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Facebook começará a cobrar para empresas anunciarem ofertas a seus seguidores

Facebook Offers permite que varejistas e lojistas enviem anúncios de ofertas para seus fãs; serviço será cobrado

O Facebook afirmou que vai começar a cobrar empresas para veicular ofertas promocionais em sua rede social. Com isso, transformará o serviço gratuito em um potencial gerador de receita no momento em que investidores e analistas exigem novas fontes de crescimento da empresa recém-listada em bolsa.
O Facebook lançou o Facebook Offers no início deste ano, permitindo que varejistas e lojistas locais enviassem anúncios de ofertas para seus fãs na rede social. Os usuários recebem as ofertas em suas páginas de novidades e resgatam cupons em lojas para receberem os descontos.
O serviço tem sido gratuito para os anunciantes, mas nas próximas semanas o Facebook vai cobrar pagamento de pelo menos US$ 5 sobre anúncios relacionados para promover cada oferta a uma audiência selecionada de fãs e amigos de fãs. O custo vai variar, com base no tamanho da página da empresa no Facebook.
"Eles devem conseguir cobrar uma tarifa, seja sobre uma oferta ou sobre qualquer outra ferramenta de marketing", disse Colin Sebastian, analista da R.W. Baird. "A questão é se o Facebook vai cobrar um valor apropriado dos anunciantes pelo direito de publicarem uma oferta, por exemplo, se a oferta gerar um retorno positivo."
Desde que o Facebook tornou-se empresa pública, em maio, a companhia tem sido pressionada por Wall Street para mostrar como pode transformar sua enorme rede de usuários em uma máquina de dinheiro. As ações do Facebook perderam cerca de 40% de seu valor desde a estreia.
O comércio no Facebook, conhecido como f-commerce, ainda não se materializou, parcialmente porque os varejistas têm conseguido aproveitar uma série de ferramentas gratuitas da rede para atraírem clientes. A vinculação do Facebook Offers a um serviço pago sugere que a empresa está tentando mudar isso.
"Acreditamos que isso alinha os incentivos corretamente", disse Gokul Rajaram, diretor de gestão de produtos dos negócios de publicidade do Facebook. "Os melhores resultados do Facebook Offers virão da distribuição orgânica mais distribuição paga.
Fonte: Reuters

Dia do Cabeleireiro


EMERGENTES VÃO SUPERAR EUA EM PROPAGANDA ATÉ 2014


O CRESCIMENTO DA CLASSE MÉDIA FEZ O BRASIL SE TORNAR O SEXTO MAIOR MERCADO DE PROPAGANDA DO MUNDO

TV, TELEVISÃO (FOTO: SHUTTTERSTOCK)


Os gastos com propaganda nos mercados emergentes (Brasil, China, Índia e Rússia) irá superar a quota gasta nos Estados Unidos até 2014, segundo o estudo “Reaching the connected consumer: Best practices in advertising effectiveness”, daPricewaterhouseCoopers (PwC).
De acordo com a análise da PwC, a Índia, a China e o Brasil estão passando pelo mesmo tipo de transformação econômica que nações como a Coréia do Sul e Japão experimentaram após a Segunda Guerra Mundial. A diferença é que eles estão conseguindo crescer mais rapidamente, em uma escala muito maior, principalmente porque a tecnologia está impulsionando o livre fluxo de informações e ideias.
O Brasil é hoje o sexto maior mercado de propaganda do mundo. Justamente porque vivenciou, na última década, o crescimento da classe média – 52% da população entrou nessa classe, um salto de 36% em relação à última década. Segundo o estudo, é um crescimento de 8% ao ano, o que fez surgir um novo mercado consumidor nessa classe para as empresas. 
Em 2011, os Estados Unidos gastaram mais US$ 135 bilhões com propaganda, seguidos da região da Ásia/Pacífico, com mais de US$ 130 bilhões.
Na América Latina, no ano passado, foram gastos cerca de US$40 bilhões. O Brasil gastou mais da metade desse montante só no primeiro semestre deste ano. Segundo o Monitor Evolution, software do Ibope, o país gastou US$ 21,5 bilhões (R$ 43,8 bilhões) em propaganda, um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
A Casas Bahia liderou o ranking dos maiores anunciantes, posição que ocupa desde 2003. Nos primeiros seis meses do ano, a rede de varejo gastou R$ 1,68 bilhão. Logo atrás, com uma diferença de R$ 220 milhões, aparece a Unilever. As companhias já lideravam a lista no ano passado, mas a diferença entre as duas era de R$ 420 milhões. 
Fonte: Época Negócios

Muitos motivos para comemorar!

Anaceli Assis, Cláudia Braga, Jú Lobo, Graziani Riccio, Yan Bueno, Tereza Coelho , Luana Silva, Sabrina Santos
Eduardo Gomes
(não saiu na foto oficial) 
Hoje a Canopus Comunicação completa quinze anos de existência. Pensei muito em como começaria este texto sem parecer clichê; mas definitivamente não teve jeito. Não quero ficar aqui relembrando histórias de como era difícil trabalhar com discos de baixa capacidade ou sobre o surgimento da internet. Gosto de pensar no quanto aprendemos durante esses anos e como vimos mudanças na economia nacional e no mundo todo. Como é bom ser desafiado todo o tempo e vencer esses desafios. Profissionais entraram, saíram, ficaram e outras criaram raízes tão profundas que suas histórias misturam-se com a da própria agência. 
Certa vez, parei para refletir sobre as particularidades da Canopus. Uma delas é a festa de final de ano. Época em que todos têm mil compromissos e a briga por um espaço na agenda de qualquer um é valioso. Pois então, os "ex" funcionários da Canopus são os primeiros a se manifestarem em querer participar, manter contato, trocar presentes. Uma amiga me disse que isso é um case de marketing. Eu já considero que isso é espírito que traduz a Canopus.
Uma empresa que garantiu sua longevidade dentro de um mercado tão competitivo e ao mesmo tempo tão prejudicado como o da propaganda mineira.
A Canopus é uma agência valente e agradeço a cada uma das pessoas que fizeram e fazem parte de sua construção. É uma empresa que reinventa-se a cada dia.
Parabéns Canopus, pelos quinze anos de luta e pelo orgulho que sinto em dizer que esta agência tem alma. Para o mercado você tem quinze anos. Para mim, você tem quinze anos e por isso, tem toda uma vida pela frente!
 
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