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Apple 'obriga' livrarias a pararem de vender e-books via aplicativo

Os aplicativos de livrarias para iPhone e iPad Kindle Amazon, Barnes & Noble e Kobo passaram por atualizações nesta segunda-feira (25). As mudanças, feitas com base em alterações da iTunes Store (loja de aplicativos da Apple), impedem os usuários de comprarem livros por meio de seus aplicativos (sistema conhecido com In-app purchase).

O motivo da atualização dos programas é uma política da Apple para aplicativos que oferecem serviços ou assinaturas: qualquer programa da iTunes Store que direcione o usuário para comprar algo deve dividir os ganhos com a Apple. Por exemplo: se um aplicativo oferece um conteúdo por US$ 1, US$ 0,70 fica para a empresa que comercializou o serviço e o restante (US$ 0,30) vai para a Apple.

A ideia é que as desenvolvedoras não percam dinheiro com a compra de conteúdos móveis.

De acordo com o site americano de tecnologia “Cnet”, a Apple já tinha proposto isso às empresas que vendem e-books, porém, todas recusaram a proposta. A política foi apresentada inicialmente em fevereiro, mas mesmo assim as companhias puderam continuar a comercializar. Em junho, a companhia revisou os termos e estabeleceu que os desenvolvedores removessem mecanismos que permitissem compras, caso não quisessem repassar a quantia de 30%.

Apesar do bloqueio de compra por meio de aplicativos móveis, todas as empresas recomendam que os usuários façam suas compras pela internet e depois sincronizem suas contas em seus aparelhos. Dessa forma, ele poderá acessar o conteúdo do smartphone ou do tablet.


Fonte: uol tecnologia

Lei de crimes na internet: população poderá opinar por chat e Twitter

Está agendada para a próxima quarta-feira (13/7), às 9h30, uma audiência pública voltada a debater com a sociedade o Projeto de Lei 84/99, que tem como objetivo tipificar e punir os crimes cometidos na internet no Brasil. O documento, elaborado pelo deputado federal Eduardo Azeredo há 12 anos, tem levantado uma série de discussões, em especial, quanto à possibilidade de acabar com a privacidade dos internautas.

Para estimular o debate do tema, os internautas poderão participar, em tempo real, da audiência pública, por meio de chat ou Twitter, enviando sugestões, perguntas e críticas aos deputados. Para isso, os interessados devem se cadastrar no portal e-Democracia e acessar o endereço: http://edemocracia.camara.gov.br/web/seguranca-dainternet/participacao-ao-vivo

O debate será promovido pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara; de Direitos Humanos e Minorias; e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

No dia 29 de junho, a Comissão de Ciência e Tecnologia adiou a votação do Projeto de Lei 84/99 para 10 de agosto, com o intuito de aprofundar o debate de temas críticos da proposta, por meio da audiência pública.

Deputados contrários ao projeto criado por Eduardo Azeredo colocaram em consulta pública no portal e-Democracia, na última na última segunda-feira (4/7), uma proposta alternativa para a punição de crimes online. O documento defende a garantia de sigilo das informações dos internautas.

O governo federal está empenhado em aprovar, com rapidez, uma lei que permita punir os crimes na internet, os quais não estão previstos na legislação atual. A questão ganhou urgência depois que mais de 200 sites de instituições públicas foram atacados no último mês.

A seguir, veja as principais diferenças entre os dois projetos voltados a tipificar e punir os crimes na internet no Brasil (imagem divulgada pela Agência Câmara. Clique em cima da mesma para ampliá-la):
Fonte: Olhar Digital.uol
 
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