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3 de junho de 2014

Por "fama" no Instagram, usuários batalham curtida e perseguem celebridades

Uma busca rápida no Instagram por hashtags -- assuntos marcados em fotos -- que usam a expressão "follow" (seguir, em inglês) dá uma noção do desespero de milhões de usuários em busca de fama na rede social. São 138 milhões de resultados para o termo (em inglês) "me segue", além de 1,2 milhão para a sigla SDV (sigo de volta) e 382 mil para "troco likes". 

Os alvo prediletos dos caçadores de "likes e follows" são as celebridades. É comum ver entre os comentários das fotos postadas pedidos de "me segue" ou "SDV" - neste último caso, o apelo é para outros usuários que também buscam popularidade. Alguns são tão insistentes que fazem até acrósticos usando o espaço dos comentários: postam letra por letra o pedido para serem seguidos e curtidos.

Além de irritante, a prática acaba ajudando a disseminar spams e dá lucro a aplicativos que prometem "bombar" curtidas e seguidores. E o pior: esses programas geralmente não cumprem o que prometem. Quando "funcionam", obrigam a seguir muito mais usuários do que aqueles conseguidos de volta. Você acaba seguindo perfis sem conteúdo interessante -- repletos de selfies, corpos seminus e até mesmo com apologia à anorexia.

Com tanta demanda, esses aplicativos quase sempre estão entre os mais baixados nas lojas da Apple e Android. Seu uso, porém, não é permitido nem recomendado pelo Instagram. Consultada pelo UOL, a rede social ressaltou que "não é vinculada [aos aplicativos] e repudia esse tipo de serviço e prática."

Por fim, o usuário pode acabar bloqueado ao adotar esses aplicativos. "Ao acessar os serviços do Instagram, o usuário concorda com os Termos de Uso proposto pelo aplicativo, e a violação das boas práticas pode causar o bloqueio da conta por tempo indeterminado", alerta a empresa.

Gato por lebre
Baixamos três aplicativos para verificar se a promessa de fama rápida seria cumprida: o InstaLikes (para aumentar as curtidas nas fotos), além do InstaFollow e o WowFollowers (para aumentar o número de seguidores). Um perfil foi criado especificamente para o "teste".




Mesmo usando aplicativos, o perfil criado para o teste ganhou apenas 14 seguidores e teve de seguir 61 pessoas para ganhar moedas

Em geral, esses aplicativos têm a mesma dinâmica de funcionamento: você precisa ganhar "moedas" cumprindo algumas tarefas e depois pode trocá-las por curtidas ou seguidores. Ao instalar os programas, você já ganha (poucas) moedas. Também é possível adquiri-las baixando aplicativos sugeridos, publicando anúncios deles no próprio perfil (e virando um spammer) ou gastando dinheiro (de verdade) para comprá-las.

Nos dois primeiros aplicativos, cem moedas custam US$ 0,99 (R$ 2,38); mil saem por US$ 4,99 (R$ 11,99). O máximo de moedas que dá para comprar são 25 mil por US$ 49,99 (R$ 120,11).  Já no WowFollowers os preços são: US$ 1,99 (R$ 4,78) para 500 moedas, US$ 4,99 para 2.000 e US$ 24,99 (R$ 60) para 10 mil.

É aqui que você se indaga: alguém vai gastar dinheiro com isso? Sim, é extremamente provável que os usuários do aplicativo paguem esses valores.

A lógica é semelhante à do "Candy Crush", o joguinho social viciante. Você quer tanto passar uma fase que apela para a compra dessa chance. Isso porque, nos aplicativos testados, você gasta muito tempo curtindo imagens ou seguindo alguém para ganhar moedas grátis. Uma curtida (ou seguida) equivale a uma moeda. Ao pagar, você pula toda essa chatice.




Dar mais do que receber
Quer ganhar dez curtidas? Gaste 20 moedas. Prefere 30 seguidores? Então são 80 moedas. Sim, a matemática não bate. Você tem que curtir muito mais e terá muito menos retorno.

Além disso, no nosso teste (no qual só usamos os "bônus" gratuitos), o volume prometido no InstaLike e InstaFollow não foi cumprido. Em vez de 30 seguidores, "ganhamos" apenas 19. No dia seguinte, o número caiu para 14. No caso das curtidas, apenas metade (cinco) apareceram na foto. No WowFollowers, gastamos 80 moedas em vão: nenhum seguidor a mais apareceu.

"Ah, mas eu posso seguir um monte de perfis e no dia seguinte dar 'unfollow'", você vai pensar. Não, não pode: você é punido com a perda de duas moedas a cada perfil que deixar de seguir nos dias seguintes.

Feed poluído

Passada a decepção de gastar nossas moedas conseguidas a tanto custo (foram centenas de toques na tela) – vem a constatação de que esse sistema é ainda pior do que pensávamos.

O feed do Instagram vira um "Frankenstein", com uma miscelânea de fotos que não refletem seus interesses. No nosso caso, em meio aos cliques frenéticos no botão 'Follow', começamos a seguir uma usuária que postava imagens exaltando a própria anorexia. 

Se o uso desses aplicativos é desaconselhado pelo Instagram e pode até bloquear a sua conta, pagar por algo (seguidores e curtidas) e não receber é outro motivo para passar longe dessas ferramentas. 

Fonte: http://migre.me/jBmdu

7 de maio de 2012

4 marcas que usam a criatividade no Instagram

TIFFANY & CO
A estratégia da Tiffany & Co no Instagram é mostrar o valor de seus produtos. Para isso, a marca de luxo publica no site imagens que mostram cada detalhe relacionado a criação de seus anéis de diamante e joias.
Clientes em potencial ou fãs podem ter um olhar mais aprofundado de todas as técnicas e ferramentas envolvidas na fabricação dos produtos e, claro, imagens do resultado final, pouco antes de ir para as lojas.
A empresa já uniu forças com o blog dedicado a moda The Sartorialist para criar campanhas como a "What makes love true" e " True Love in Pictures", com galerias que documentam cenas reais e apaixonadas de casais em cidades como Paris e Nova York.


GENERAL ELECTRIC
A GE usa o Instagram para mostrar que vai além da produção das lâmpadas. Pelo site, a empresa divulga imagens de dentro das fábricas e de suas pesquisas em diferentes áreas como energia, transportes e aviação, dando uma versão um pouco mais romântica e palpável dos seus produtos.
Há também fotos históricas da marca e promoções com foco no engajamento dos consumidores.


RED BULL
A Red Bull se mostrou com o tempo uma marca que vai além de um energético, representando um estilo de vida. E é isso que mostra em suas páginas do Instagram.
As experiências em esportes radicais, o patrocínio a atletas e os eventos de que participa estão documentados em cada foto multicolorida.


STARBUCKS
Além de mostrar imagens do interior de suas lojas ao redor do mundo, a Starbucks explica em fotos como os novos sabores de suas bebidas são escolhidos e testados.
Em um exemplo claro da conexão emocional que construiu com clientes, a rede de cafeterias publica fotos das pessoas entre uma xícara personalizada e outra.

Fonte: Exame



24 de abril de 2012

Facebook ultrapassa 900 milhões de usuários


Em adendo enviado hoje para integrar a papelada do seu IPO, o Facebook,rede social mais popular do planeta, divulgou que conta, atualmente, com cerca de 901 milhões de usuários e que deve bater a marca de 1 bilhão até o fim do ano.

Segundo os dados divulgados pelo Mashable, o documento diz que, dos mais de 900 milhões, cerca de 526 milhões são considerados “ativos” e responsáveis por mais de 3,2 bilhões de comentários publicados todos os dias.

Outros números curiosos da rede social incluem o fato de que, diariamente, mais de 300 milhões de fotos são enviadas aos servidores e 125 bilhões de solicitações de amizades são aprovadas. Além disso, estima-se que 488 milhões de pessoas acessem a rede social via smartphones ou tablets. Brasil entre os mais ativos

De acordo com dados da consultoria SocialBakers, o Brasil é o terceiro maior grupo entre os mais ativos em todo o Facebook, com cerca de 44,6 milhões de brasileiros. A primeira posição continua sólida nas mãos dos americanos, que atualmente são cerca de 156 milhões. O segundo lugar fica com a Índia, que conta com 45,7 milhões de perfis na rede.
Fonte: Exame

9 de abril de 2012

Facebook adquire rede social para fotos Instagram por US$ 1 billhão

Mark Zuckerberg, diretor-executivo do Facebook, anunciou nesta segunda-feira (9) que a rede adquiriu o Instagram, aplicativo para smartphones que funciona também como uma rede social de imagens. O valor não foi divulgado por Zuckerberg, mas em comunicado oficial a companhia informou que desembolsou US$ 1 bilhão na operação. Recentemente, fundos de investimento estimaram que o Instagram teria valor de mercado de cerca de US$ 500 milhões. 
O Instagram é um aplicativo disponível apenas para dispositivos móveis e que aplica efeitos em imagens clicadas pelas câmeras destes aparelhos. Fundado em 2011, o serviço inicialmente só funcionava em smartphones iPhone. Recentemente, a companhia lançou uma versão para o sistema operacional Android.
Apesar da aquisição, nem Zuckerberg ou mesmo a equipe do Instagram revelaram se haverá mudanças significativas no serviço. A única certeza é que o Instagram continuará integrado com outras redes sociais.
Imagem estilizada pelo aplicativo Instagram
“Nós achamos que o fato de o Instagram conectar-se com outros serviços é uma parte importante da experiência. Nós planejamos manter estes recursos e a habilidade de postar em outras rede sociais e até mesmo de não compartilhar suas imagens no Facebook, se você quiser”, disse Mark Zuckerberg, em anúncio sobre a aquisição em seu perfil no Facebook (clique aqui para ler o pronunciamento de Zuckerberg, em inglês, sobre a aquisição).
O Facebook, ainda no comunicado oficial, informou que a transação deverá ser concluída no final deste trimestre.
Por parte do Instagram, Kevin Systrom, um dos fundadores do serviço ao lado do brasileiro Mike Krieger, disse que continuará o desenvolvimento de novas funcionalidades e que o serviço não acabará. “Nós iremos trabalhar com o Facebook para desenvolver o Instagram e criar uma rede. Nós continuaremos adicionando novos recursos ao produto e a achando novas maneiras de criar uma melhor experiência em tirar fotos em dispositivos móveis."
Atualmente, o Instagram conta com mais de 30 milhões de usuário ao redor do mundo e não tem um modelo de negócio definido, ou seja, o aplicativo é disponibilizado gratuitamente e não há, até o momento, formas de lucrar com o serviço. Em entrevista ao UOL, o brasileiro Mike Krieger, cofundador do serviço, informou que ainda planejam como fazer do Instagram um negócio lucrativo. “Estamos pensando bastante em como ganhar dinheiro com o Instagram, mas ainda não anunciamos nada”, disse.
 Do UOL, em São Paulo