Mostrando postagens com marcador propaganda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador propaganda. Mostrar todas as postagens

16 de junho de 2015

Primeiro Jingle do Brasil


De Bastos Tigre e Ary Barroso, a marchinha “Chopp em Garrafa”, hit do Carnaval de 1934, alardeava o início do engarrafamento de Brahma Chopp. 

Considerado o primeiro jingle brasileiro, o tema ajudou a Brahma a alcançar a produção de 30 milhões de litros de cerveja, um recorde à época, e a destacar seu intérprete, o então calouro Orlando Silva. Silva logo se tornaria “o cantor das multidões”, e, a cerveja em garrafa, a bebida delas. 

24 de julho de 2014

Marcas que viraram sinônimo do produto

Há marcas que tornaram-se tão fortes que viraram sinônimo daquilo que representam. A seguir uma pequena mostra de algumas delas e suas curiosidades.


BOMBRIL




Talvez você não saiba, mas o produto se chama esponja de aço! A marca Bombril foi criada em 1948. Além da qualidade de suas esponjas, a empresa tinha os melhores comerciais da TV.


BAND-AID


Quem nunca usou um desses para proteger o machucado? O pior de tudo é que não tem muito jeito de falar sobre esse produto sem usar o nome da marca de curativos. Aliás, ela surgiu em 1920 e nasceu de uma ideia que Earle Dickson – um cara que trabalhava na Johnson & Johnson – teve, na busca em ajudar sua esposa, que tentava procurar um curativo mais fácil de ser trocado e mais higiênico.

6 de setembro de 2012

EMERGENTES VÃO SUPERAR EUA EM PROPAGANDA ATÉ 2014


O CRESCIMENTO DA CLASSE MÉDIA FEZ O BRASIL SE TORNAR O SEXTO MAIOR MERCADO DE PROPAGANDA DO MUNDO

TV, TELEVISÃO (FOTO: SHUTTTERSTOCK)


Os gastos com propaganda nos mercados emergentes (Brasil, China, Índia e Rússia) irá superar a quota gasta nos Estados Unidos até 2014, segundo o estudo “Reaching the connected consumer: Best practices in advertising effectiveness”, daPricewaterhouseCoopers (PwC).
De acordo com a análise da PwC, a Índia, a China e o Brasil estão passando pelo mesmo tipo de transformação econômica que nações como a Coréia do Sul e Japão experimentaram após a Segunda Guerra Mundial. A diferença é que eles estão conseguindo crescer mais rapidamente, em uma escala muito maior, principalmente porque a tecnologia está impulsionando o livre fluxo de informações e ideias.
O Brasil é hoje o sexto maior mercado de propaganda do mundo. Justamente porque vivenciou, na última década, o crescimento da classe média – 52% da população entrou nessa classe, um salto de 36% em relação à última década. Segundo o estudo, é um crescimento de 8% ao ano, o que fez surgir um novo mercado consumidor nessa classe para as empresas. 
Em 2011, os Estados Unidos gastaram mais US$ 135 bilhões com propaganda, seguidos da região da Ásia/Pacífico, com mais de US$ 130 bilhões.
Na América Latina, no ano passado, foram gastos cerca de US$40 bilhões. O Brasil gastou mais da metade desse montante só no primeiro semestre deste ano. Segundo o Monitor Evolution, software do Ibope, o país gastou US$ 21,5 bilhões (R$ 43,8 bilhões) em propaganda, um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
A Casas Bahia liderou o ranking dos maiores anunciantes, posição que ocupa desde 2003. Nos primeiros seis meses do ano, a rede de varejo gastou R$ 1,68 bilhão. Logo atrás, com uma diferença de R$ 220 milhões, aparece a Unilever. As companhias já lideravam a lista no ano passado, mas a diferença entre as duas era de R$ 420 milhões. 
Fonte: Época Negócios