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13 de maio de 2014

Netshoes e Centauro duelam por consumidor no Twitter

Apesar da polêmica gerada em torno do assunto e de muitos considerarem "fake", vale a pena conferir!






Antes da internet será que alguém poderia prever uma conversa concreta entre marcas, sejam elas rivais ou “parceiras”? Difícil imaginar, não? Agora, com as redes sociais, isso tem acontecido com uma frequência cada vez maior. Quem não se lembra, por exemplo, da batalha de rimas entre Itaú e Santander no Twitter?  

A conversa dessa vez aconteceu entre Netshoes e Centauro. Tudo começou quando o usuário @pedrotrl desafiou a Netshoes (@sigaNetshoes) e a Centauro (@centauroesporte), pelo Twitter, a travarem uma disputa por desconto num modelo de tênis que desejava comprar.

As duas empresas de artigos esportivos entraram no jogo e chegaram a oferecer descontos de até 25%, mas a decisão de compra não foi baseada no preço. No fim, a qualidade logística da Netshoes foi responsável por ganhar o round e o cliente comprou o produto para treinar na academia. (Clique aqui para visualizar o diálogo direto no Twitter).

Fonte: http://migre.me/jayOJ

3 de março de 2014

A noite em que o mundo participou do Oscar

O selfie da apresentadora do Oscar, Ellen DeGeneres, foi o post mais retweetado de todos os tempos.

Ellen DeGeneres demonstrou ontem, na noite de entrega do Oscar  por que é uma das principais personalidades da televisão que arrasam no Twitter. Ela não só quebrou um novo recorde com um de seus selfies, como pareceu ter quebrado o próprio Twitter. A rede de mensagens instantâneas simplesmente ficou congestionada durante toda a premiação.
DeGeneres prometeu, no início do noite, estabelecer um novo recorde com uma foto dela posando ao lado de um grupo de super estrelas. E o fez com louvor, num momento em que os astros se aglomeraram sobre ela,  o time incluiu Meryl Streep, Jennifer Lawrence, Julia Roberts, Brad Pitt, Angelina Jolie e Kevin Spacey. O ator Bradley Cooper fez a foto que recebeu a seguinte legenda: “If only Bradley’s arm was longer. Best photo ever. #oscars”



Ellen não decepcionou com seu monólogo de abertura.

Em menos de uma hora, a foto acima já havia sido reenviada 871 mil vezes, com 210 mil cliques de favoritos. Ela superou o recorde anterior no Twitter, que era do presidente Barack Obama, com a foto em que ele aparece abraçando a esposa Michelle na noite de sua vitória da eleição, que foi  retweetada 777 mil vezes.



A apresentadora começou a noite twittando para seus 25 milhões de seguidores um selfie dela olhando para a platéia de estrelas. Mal sabia ela que estava criando para cada telespectador, a oportunidade de, literalmente, fazer parte, da grande festa. Foi mágico!
Fonte: ABC News http://migre.me/i88fm

27 de novembro de 2013

A imagem da baleia agora ficará apenas na lembrança, pois o Twitter irá aposentá-la de vez.

Saiba mais: http://migre.me/gMXlP


No início do Twitter era comum vermos o desenho de uma baleia sendo carregada por passarinhos toda vez que a rede social era sobrecarregada. Por muito tempo ela foi usada e até um novo “verbo” surgiu com ela, o “baleiar”, que foi incorporado ao nosso vocabulário (pelo menos aos dos heavy users de internet) quando algum erro digital ocorria.

Porém, a imagem da baleia agora ficará apenas na lembrança, pois o Twitter irá aposentá-la de vez. Já tem seis meses que ela não tem sido usada, ela foi substituída por um robozinho não tão simpático quando a baleia.

De acordo com o vice-presidente sênior de engenharia do Twitter, a extinção da baleia representa a melhora no serviço da rede social, que diminuiu ao máximo a taxa de sobrecarga sobre dela. Uma vitória, uma vez que o Twitter bomba diariamente com milhares de postagens.

Abaixo você confere a antiga tela de erro com a baleia e a atual, com o robô.

8 de novembro de 2012

Tuíte de Obama é a mensagem mais retuítada de todos os tempos

Às 7h30, mensagem em que Obama comemora "mais quatro anos" já atingia a marca de 538 mil retweets
Foto: AFP

O tuíte do recém reeleito presidente alcançou índices inéditos na história, já que logo após sua publicação a mensagem foi retuitada mais de 225 mil vezes e já ultrapassa a marca de 789 mil retweets.

A mesma fotografia de Barack e Michelle Obama também foi postada no perfil oficial do presidente no Facebook. E lá o sucesso também foi enorme. A foto alcançou números expressivos como 3 milhões de curtidas, 350 mil compartilhamentos e 140 mil comentários. 

A diretoria do Twitter anunciou, em uma publicação no seu blog oficial, que o dia da eleição foi o evento político da história dos Estados Unidos que mais gerou movimentação de mensagens no serviço, alcançando a impressionante marca de 31 milhões de tuítes.

O presidente Barack Obama tem mais de 22 milhões de seguidores no Twitter.



15 de fevereiro de 2012

Empresas usam redes sociais para criar novos produtos

Depois da publicidade e do SAC, empresas estão investindo em uma nova frente nas redes sociais: a inovação.
Pepsico, Whirlpool, Tecnisa e Bradesco, entre outras, monitoram Twitter e Facebook para alimentar suas áreas de criação - e também encaram o desafio de incorporar os dados ao processo tradicional de desenvolvimento de produtos. Desta prática já saíram edifícios com uso compartilhado de bicicletas, sabores de salgadinho e novidades nos serviços bancários.
O trabalho de coleta é como uma garimpagem. "Tudo é visto com cuidado. No geral, o consumidor quer mais do mesmo, porém mais barato", afirmou Cris Monteiro, gerente de marketing da Pepsico do Brasil, durante a Social Media Week, evento de redes sociais que acontece nesta semana no MIS. "Quando achamos que uma ideia tem potencial, a avaliamos em outro ambiente, mais diversificado."

Editoria de Arte/Folhapress
Na construtora Tecnisa, este processo de validação das ideias é acompanhado desde o início por um gestor. "É um profissional capaz de entender se aquilo faz sentido dentro da filosofia de negócios da empresa", diz Paulo Schiavon, gerente de mídia on-line da empresa. As áreas competentes são então convocadas. "É uma curadoria interna de ideias."
As duas companhias têm cases de sucesso nas redes sociais. A Pepsico obteve 2 milhões de sugestões com a promoção "Faça-me um sabor", para a batata-frita Ruffles. "Recebemos também muitas informações sobre o que fazer com a marca", diz Cris Monteiro.
A Tecnisa fechou a venda de um apartamento pelo Twitter, em 2009, e mantém as redes como uma de oito fontes de inputs para inovação. Das plataformas on-line, já extraiu mais de 1.100 sugestões - 30 estão em desenvolvimento (como um projeto de garagem decorada) e, recentemente, foram lançados dois empreendimentos com "bike sharing", sistema de uso compartilhado de bicicletas.
O Bradesco criou uma nova forma de reestabelecer senhas de cartões. No banco, o volume de menções a um tema é monitorado para detectar tendências. "Temos uma média de 1,1 milhão de interações e 250 'insights' por dia no call center [que inclui as redes sociais]", afirma Luca Cavalcanti, diretor de canais digitais Dia&Noite do Bradesco. "Todos os dias, as principais ocorrências nas redes sociais são informadas diretamente ao presidente, sem filtro."
Na Whirlpool, uma equipe seleciona os 'insights' e encaminha às áreas de tecnologia e inovação. "Realizamos diversos estudos e pesquisas, inclusive com a participação desses internautas que enviam sugestões", afirma Daniela Cianciaruso, gerente geral de marketing da Whirlpool Latin America. Da ideia ao produto, são até dois anos. 

PLANEJAMENTO
Para o consultor Luiz Algarra, o imediatismo das redes afronta o planejamento das empresas. "O investidor trabalha com médio e longo prazos. Para ele, é bom que nada aconteça dentro de três a cinco anos."
Contra seu planejamento, no ano passado a Kraft Foods retomou a produção da bala Hall's sabor uva verde, após pedidos de internautas. "Não há uma fórmula para lidar com redes sociais", afirma Natacha Volpini, gerente de mídia digital da companhia. "Estão todos aprendendo juntos." 

 MARY PERSIA- EDITORA DE MÍDIAS SOCIAIS (Folha.com)

11 de julho de 2011

Lei de crimes na internet: população poderá opinar por chat e Twitter

Está agendada para a próxima quarta-feira (13/7), às 9h30, uma audiência pública voltada a debater com a sociedade o Projeto de Lei 84/99, que tem como objetivo tipificar e punir os crimes cometidos na internet no Brasil. O documento, elaborado pelo deputado federal Eduardo Azeredo há 12 anos, tem levantado uma série de discussões, em especial, quanto à possibilidade de acabar com a privacidade dos internautas.

Para estimular o debate do tema, os internautas poderão participar, em tempo real, da audiência pública, por meio de chat ou Twitter, enviando sugestões, perguntas e críticas aos deputados. Para isso, os interessados devem se cadastrar no portal e-Democracia e acessar o endereço: http://edemocracia.camara.gov.br/web/seguranca-dainternet/participacao-ao-vivo

O debate será promovido pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara; de Direitos Humanos e Minorias; e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

No dia 29 de junho, a Comissão de Ciência e Tecnologia adiou a votação do Projeto de Lei 84/99 para 10 de agosto, com o intuito de aprofundar o debate de temas críticos da proposta, por meio da audiência pública.

Deputados contrários ao projeto criado por Eduardo Azeredo colocaram em consulta pública no portal e-Democracia, na última na última segunda-feira (4/7), uma proposta alternativa para a punição de crimes online. O documento defende a garantia de sigilo das informações dos internautas.

O governo federal está empenhado em aprovar, com rapidez, uma lei que permita punir os crimes na internet, os quais não estão previstos na legislação atual. A questão ganhou urgência depois que mais de 200 sites de instituições públicas foram atacados no último mês.

A seguir, veja as principais diferenças entre os dois projetos voltados a tipificar e punir os crimes na internet no Brasil (imagem divulgada pela Agência Câmara. Clique em cima da mesma para ampliá-la):
Fonte: Olhar Digital.uol

2 de junho de 2011

Computação corporativa: 5 perigos nas mídias sociais


Malwares e comentários infelizes de funcionários estão entre os principais problemas. Política clara e treinamento ajudam a evitar crises.

Plataformas sociais como Twitter, Facebook e LinkedIn são cada vez mais usadas por empresas interessadas em aprimorar a comunicação com seus clientes, engajá-los ou mesmo reforçar a imagem que eles têm da marca.

No entanto, quando esses portais são utilizados em um contexto corporativo, não é só uma questão de colecionar amigos, avaliações positivas ou sinais de curtir. Quando mal elaborada e gerenciada, a estratégia social pode virar-se contra a empresa, seja devido a danos causados à sua reputação, seja por causa de informações confidenciais vazadas.

Eis os cinco principais fatores com os quais as companhias devem se preocupar ao entrarem no mundo das mídias sociais.

1::Aplicativos
A ascensão das redes sociais está intimamente ligada à revolução da computação móvel, que deu a largada para o rápido desenvolvimento de aplicativos para smartphones. Naturalmente, os funcionários de sua empresa baixam um monte deles, tanto em seu próprio celular quanto no do trabalho, porque, bem, eles podem.

No entanto, alguns programas podem prometer uma coisa e entregar outra. No começo de março, a Google removeu de seu Android Market mais de 60 aplicativos que carregavam códigos maliciosos. Alguns deles eram programados para roubar dados pessoais e repassá-los a um terceiro ou mesmo para destruí-los.

Sim, justamente aquele jogo que prometia ser melhor do que Angry Birds.

2::Engenharia social
Não é de hoje o surgimento de golpistas, mas a Internet se tornou o local favorito de atuação deles. Ela, afinal, facilita a busca por vítimas de coração mole, que possam se simpatizar por causas como... A crise financeira da família real nigeriana.

As redes sociais deixaram a vida dos malandros ainda mais tranquila. E por dois motivos: Primeiro, eles não precisam chutar no vazio, já que as pessoas nunca compartilharam, voluntariamente, tantas informações pessoais como hoje. Segundo, plataformas sociais encorajam os usuários a confiar em pessoas que nem sequer conhecem. Daí é só um passo para que o funcionário caia em um golpe, tenha as senhas roubadas, e consequentemente, perca e-mails confidenciais enviados pela empresa.

3::Redes sociais
Às vezes os hackers vão diretamente à fonte, injetando códigos maliciosos na própria rede social, seja numa propaganda, seja a partir de um aplicativo.

No Twitter, links encurtados – muito populares no serviço por conta da limitação de 140 caracteres por mensagem – costumam ser usados para enganar internautas, que podem ter seus computadores invadidos ao clicarem onde não deviam. Essa rede social favorece tal método, pois uma mensagem é facilmente replicada, chegando a inúmeros membros.

4::Os funcionários
Você sabia que chegaríamos a isso. Mesmo os funcionários mais responsáveis têm lapsos, agem sem pensar ou julgam precipitadamente. Ninguém é perfeito o tempo inteiro.

A questão é que lidar com um comentário infeliz no escritório é uma coisa; tentar contorná-lo quando feito pela rede social é outra coisa. Exemplos não faltam, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Veja por exemplo o caso de James Andrews, então vice-presidente de relações públicas da agência de marketing Ketchum. Há dois anos, ele enviou um inflamado tuite, difamando a cidade de Memphis, no Tennessee. No dia seguinte, faria uma palestra no local, já que um dos clientes da empresa era ninguém mais ninguém menos que a FedEx, cuja sede fica lá.

Os empregados, irritados, questionaram a companhia, pedindo um esclarecimento de porquê ela estaria pagando tal agência nova-iorquina enquanto eles tinham de acatar um corte de 5% no salário. James Andrews teve de pedir desculpas publicamente, enquanto torcia para não ser demitido.

Observem que o incidente não se deu com um funcionário inconsciente da missão da empresa, mas com um executivo de alto escalão. Ele prejudicou a imagem da empresa e ainda fez com que ela perdesse uma conta importante. Agora, se Andrews foi capaz disso, imagine um empregado sem treinamento, ou mesmo insatisfeito com suas funções.

5::Falta de política para mídias sociais
Essa é para os chefes. Sem uma política para mídias sociais, a empresa está sujeita a enfrentar uma crise a qualquer momento. Não se pode pedir aos funcionários, simplesmente, que eles representem dignamente a companhia na Internet. É preciso detalhar objetivos, parâmetros e limites.

Os dois principais pontos: Especifique quem está autorizado a agir em nome da empresa e o que se pode dizer. Seja claro, e evite que funcionários decidam por conta própria, pois, em geral, é a partir daí que coisas ruins acontecem.

Por fim, não esqueça que as corporações devem treinar os empregados para que eles tenham conhecimento da política utilizada para as redes sociais. E uma pessoa para coordenar a atuação da empresas nesses portais também é recomendada: Um gerente de mídia sociais.

(Chris Nerney)