25 de fevereiro de 2014
Cada usuário do WhatsApp envia mil mensagens por mês
29 de outubro de 2012
Novo recorde do Facebook no Brasil: 61 milhões de usuários
9 de outubro de 2012
Facebook estaria em testes finais do botão ‘quero’, diz agência
20 de setembro de 2012
Facebook começará a cobrar para empresas anunciarem ofertas a seus seguidores
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| Facebook Offers permite que varejistas e lojistas enviem anúncios de ofertas para seus fãs; serviço será cobrado |
26 de junho de 2012
Sem avisar usuários, Facebook muda "e-mail padrão" da timeline por conta @facebook.com
20 de junho de 2012
Diretor do Facebook fala das redes sociais como ferramenta de engajamento em evento na Rio+20
11 de junho de 2012
Facebook lança sua 'loja de aplicativos' com mais de 600 opções
14 de maio de 2012
Facebook testa recurso para usuários pagarem para destacar um post
Não são todos os amigos que lêem as atualizações que você faz no Facebook. Mas, se você acha que algo é muito importante e não pode deixar de ser lido por ninguém, você poderá pagar para garantir que todos leiam.
7 de maio de 2012
4 marcas que usam a criatividade no Instagram
Fonte: Exame
24 de abril de 2012
Facebook ultrapassa 900 milhões de usuários
19 de abril de 2012
Facebook lidera no Brasil durante fim de semana
Dados da Experian Hitwise reforçam crescimento da rede social no País
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| Dados da Hitwise confirmam avanço do Facebook no Brasil |
9 de abril de 2012
Facebook adquire rede social para fotos Instagram por US$ 1 billhão
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| Imagem estilizada pelo aplicativo Instagram |
15 de fevereiro de 2012
Empresas usam redes sociais para criar novos produtos
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
15 de dezembro de 2011
Facebook libera novos perfis para usuários brasileiros
Fonte: Vinicius Aguiari, de INFO Online
4 de novembro de 2011
Corrente no Facebook “engana” amigos com viagem para o exterior
Uma nova corrente no Facebook, feita apenas para despertar curiosidade, tem invadido as timelines de usuários da rede social. Tudo começa com uma postagem de alguém dizendo que vai ficar certo tempo fora do país. Geralmente, ela tem essa estrutura: “Vou morar em XX lugar por YY meses”. Após a postagem, o natural é que os amigos da pessoa comecem a fazer comentários do tipo “Ah, parabéns!”, “Nossa, nem me avisou, hein?” ou “Você já lavou uma louça hoje?” [essa ninguém postou, mas confesso que gostaria de deixar este comentário ].
Enquanto você, amigo (a), deixa seus votos de boa sorte ou curte o comentário, a pessoa que postou ri muito de você (ou entra na conversa com comentários do tipo “Vou trazer tal muamba para você de lá”), pois isso não passa de uma corrente troll estranha que alguém inventou – aliás, não existe uma origem certa, mas na internet, há quem diga que tem relação com uma campanha relacionada ao câncer de mama (?).
A corrente funciona da seguinte maneira:
– A pessoa deve pegar o dia do nascimento (por exemplo, dia 30), que será o número de meses que ela ficará fora do país.
– Depois, deve considerar o mês que nasceu (por exemplo, junho) e consultar uma tabela. Cada mês corresponde a um lugar. (Por favor, não perguntem por que México é Janeiro ou setembro corresponde a Holanda)
Janeiro: México.
Fevereiro: Londres.
Março: Miami.
Abril: República Dominicana.
Maio: França.
Junho: São Petersburgo.
Julho: Áustria.
Agosto: Alemanha.
Setembro: Holanda.
Outubro: Amsterdã.
Novembro: Las Vegas.
Dezembro: Colômbia.
– Para completar a trollada, é só postar no Facebook “Vou morar em São Petersburgo por 30 meses” e rir dos comentários e curtidas.
Observação: Apesar de não ter uma origem certa, há ainda quem acredite que a corrente foi criada por hackers para saber o aniversário das pessoas. Com essa informação, eles poderiam descobrir a senha dos usuários, uma vez que boa parte dos internautas utiliza a data de nascimento como senha. De qualquer jeito, fica a dica.
Fonte: Gigablog
5 de setembro de 2011
Facebook ultrapassa Orkut em número de usuários brasileiros, pela primeira vez

De acordo com dados do Ibope, divulgados antecipadamente pela revista IstoÉ Dinheiro, o Facebook atingiu a marca de 30 milhões de usuários brasileiros em julho deste ano, enquanto o Orkut possuía 27 milhões de assinantes na mesma época. Ainda segundo a notícia, a rede social criada por Mark Zuckerberg já havia ultrapassado a concorrente em volume de tráfego, no mês de abril.
A história do Brasil com o Orkut ganhou força em 2004. Em julho daquele ano, a rede social já contava com 30 milhões de usuários cadastrados no País, de acordo com um vídeo publicado pelo próprio Google, sobre o sucesso da plataforma em território brasileiro.
O Orkut parece destinado ao esquecimento. Recentemente, o Google - criador da plataforma - lançou uma nova rede social, batizada de Google+. A pergunta que fica é: será que ela terá o mesmo sucesso no mercado brasileiro?
2 de junho de 2011
Computação corporativa: 5 perigos nas mídias sociais

Plataformas sociais como Twitter, Facebook e LinkedIn são cada vez mais usadas por empresas interessadas em aprimorar a comunicação com seus clientes, engajá-los ou mesmo reforçar a imagem que eles têm da marca.
No entanto, quando esses portais são utilizados em um contexto corporativo, não é só uma questão de colecionar amigos, avaliações positivas ou sinais de curtir. Quando mal elaborada e gerenciada, a estratégia social pode virar-se contra a empresa, seja devido a danos causados à sua reputação, seja por causa de informações confidenciais vazadas.
Eis os cinco principais fatores com os quais as companhias devem se preocupar ao entrarem no mundo das mídias sociais.
1::Aplicativos
A ascensão das redes sociais está intimamente ligada à revolução da computação móvel, que deu a largada para o rápido desenvolvimento de aplicativos para smartphones. Naturalmente, os funcionários de sua empresa baixam um monte deles, tanto em seu próprio celular quanto no do trabalho, porque, bem, eles podem.
No entanto, alguns programas podem prometer uma coisa e entregar outra. No começo de março, a Google removeu de seu Android Market mais de 60 aplicativos que carregavam códigos maliciosos. Alguns deles eram programados para roubar dados pessoais e repassá-los a um terceiro ou mesmo para destruí-los.
Sim, justamente aquele jogo que prometia ser melhor do que Angry Birds.
2::Engenharia social
Não é de hoje o surgimento de golpistas, mas a Internet se tornou o local favorito de atuação deles. Ela, afinal, facilita a busca por vítimas de coração mole, que possam se simpatizar por causas como... A crise financeira da família real nigeriana.
As redes sociais deixaram a vida dos malandros ainda mais tranquila. E por dois motivos: Primeiro, eles não precisam chutar no vazio, já que as pessoas nunca compartilharam, voluntariamente, tantas informações pessoais como hoje. Segundo, plataformas sociais encorajam os usuários a confiar em pessoas que nem sequer conhecem. Daí é só um passo para que o funcionário caia em um golpe, tenha as senhas roubadas, e consequentemente, perca e-mails confidenciais enviados pela empresa.
3::Redes sociais
Às vezes os hackers vão diretamente à fonte, injetando códigos maliciosos na própria rede social, seja numa propaganda, seja a partir de um aplicativo.
No Twitter, links encurtados – muito populares no serviço por conta da limitação de 140 caracteres por mensagem – costumam ser usados para enganar internautas, que podem ter seus computadores invadidos ao clicarem onde não deviam. Essa rede social favorece tal método, pois uma mensagem é facilmente replicada, chegando a inúmeros membros.
4::Os funcionários
Você sabia que chegaríamos a isso. Mesmo os funcionários mais responsáveis têm lapsos, agem sem pensar ou julgam precipitadamente. Ninguém é perfeito o tempo inteiro.
A questão é que lidar com um comentário infeliz no escritório é uma coisa; tentar contorná-lo quando feito pela rede social é outra coisa. Exemplos não faltam, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
Veja por exemplo o caso de James Andrews, então vice-presidente de relações públicas da agência de marketing Ketchum. Há dois anos, ele enviou um inflamado tuite, difamando a cidade de Memphis, no Tennessee. No dia seguinte, faria uma palestra no local, já que um dos clientes da empresa era ninguém mais ninguém menos que a FedEx, cuja sede fica lá.
Os empregados, irritados, questionaram a companhia, pedindo um esclarecimento de porquê ela estaria pagando tal agência nova-iorquina enquanto eles tinham de acatar um corte de 5% no salário. James Andrews teve de pedir desculpas publicamente, enquanto torcia para não ser demitido.
Observem que o incidente não se deu com um funcionário inconsciente da missão da empresa, mas com um executivo de alto escalão. Ele prejudicou a imagem da empresa e ainda fez com que ela perdesse uma conta importante. Agora, se Andrews foi capaz disso, imagine um empregado sem treinamento, ou mesmo insatisfeito com suas funções.
5::Falta de política para mídias sociais
Essa é para os chefes. Sem uma política para mídias sociais, a empresa está sujeita a enfrentar uma crise a qualquer momento. Não se pode pedir aos funcionários, simplesmente, que eles representem dignamente a companhia na Internet. É preciso detalhar objetivos, parâmetros e limites.
Os dois principais pontos: Especifique quem está autorizado a agir em nome da empresa e o que se pode dizer. Seja claro, e evite que funcionários decidam por conta própria, pois, em geral, é a partir daí que coisas ruins acontecem.
Por fim, não esqueça que as corporações devem treinar os empregados para que eles tenham conhecimento da política utilizada para as redes sociais. E uma pessoa para coordenar a atuação da empresas nesses portais também é recomendada: Um gerente de mídia sociais.

















