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25 de fevereiro de 2014

Cada usuário do WhatsApp envia mil mensagens por mês

Em geral, usuário do app recebe mais de 2 mil mensagens



Segundo o site de estatísticas Statista, um usuário médio do WhatsApp envia cerca de mil mensagens por mês pela ferramenta. O site calcula que uma pessoa envia 1.267 mensagens e recebe 2.267 a cada mês. No mesmo período, ela também faz o upload de 40 fotos, envia 13 mensagens de voz e sete vídeos.

Atualmente, o WhatsApp possui 450 milhões de usuários no mundo. Na última quarta-feira, o Facebook anunciou a compra do serviço de mensagens instantâneas por US$ 19 bilhões, sendo US$ 15 bilhões em ações da rede social e US$ 4 bilhões em dinheiro. O acordo figura entre os maiores de tecnologia envolvendo uma start-up.


29 de outubro de 2012

Novo recorde do Facebook no Brasil: 61 milhões de usuários

Reprodução



O Facebook atinge no início desta semana a marca de 61 milhões de usuários no Brasil, um recorde. A informação é de Lauro Jardim,  colunista da revista Veja.

O crescimento da rede segue vertiginoso no país. Em junho, o site havia superado 50 milhões de usuários, isto é, de lá para cá, ganhou quase três milhões de seguidores por mês. 

Desde maio deste ano, o Brasil é o segundo país com maior número de pessoas no Facebook, atrás apenas dos EUA.

A criação de Mark Zuckerberg vive um bom momento no mundo inteiro. Em 4 de outubro, a rede ultrapassou a marca de um bilhão de usuários, índice inédito para uma rede social.

Fonte: Olhar Digital

9 de outubro de 2012

Facebook estaria em testes finais do botão ‘quero’, diz agência

Por Thiago Barros

Muitos rumores sobre um suposto botão “quero” no Facebook foram divulgados na Internet neste ano. Agora, pelo visto, os boatos estão próximos de se tornarem realidade. De acordo com a agência de notícias Reuters, a rede social já está realizando parcerias com empresas para disponibilizar este novo recurso para testes em algumas timelines de empresas. A ideia é dar mais um passo rumo a um eventual e-commerce na página.

Botão novo está chegando ao Facebook (Foto: Reprodução)
Botão novo está chegando ao Facebook (Foto: Reprodução)

Mark Zuckerberg e companhia estão trabalhando com sete empresas, incluindo Pottery Barn e Victoria’s Secret, para avaliar a nova ferramenta. O “Want” (“Quero”, em português) funcionaria como uma espécie de “wishlist” (“lista de desejos”) para cada usuário. Ele iria à página da marca, veria os produtos expostos e apertaria o botão nos que mais gostasse. Assim, estes itens seriam disponibilizados em uma lista de atividades com tudo o que você quer.
“As pessoas poderiam interagir com estas coleções e compartilhar as coisas que estão interessadas com os amigos. Além disso, poderia também clicar em links externos e comprar estes produtos fora do Facebook”, diz uma nota emitida pela própria rede social.
O novo recurso, chamado de “Collections” (Coleções) pelo Facebook, permite que a empresa tenha um papel bem maior no comércio online, encorajando seu bilhão de usuários a comprarem produtos de seus parceiros. A rede social garante que não ganha nenhuma porcentagem das compras, porém o analista de mercado Colin Sebastian, da empresa Robert W. Baird, acredita que o site vai ganhar dinheiro de outras formas.
“Pensando em como a plataforma é grande e quanto engajamento ela tem das pessoas, tem muitos níveis de monetizar esta característica. O e-commerce é uma das melhores maneiras de ganhar dinheiro na Internet”, comentou.
O “Collections” está disponível para os alguns usuários norte-americanos e vai chegar, gradualmente, a 100% dos facebookers dos Estados Unidos. Ainda não há informação sobre uma possível “exportação” do serviço.

20 de setembro de 2012

Facebook começará a cobrar para empresas anunciarem ofertas a seus seguidores

Facebook Offers permite que varejistas e lojistas enviem anúncios de ofertas para seus fãs; serviço será cobrado

O Facebook afirmou que vai começar a cobrar empresas para veicular ofertas promocionais em sua rede social. Com isso, transformará o serviço gratuito em um potencial gerador de receita no momento em que investidores e analistas exigem novas fontes de crescimento da empresa recém-listada em bolsa.
O Facebook lançou o Facebook Offers no início deste ano, permitindo que varejistas e lojistas locais enviassem anúncios de ofertas para seus fãs na rede social. Os usuários recebem as ofertas em suas páginas de novidades e resgatam cupons em lojas para receberem os descontos.
O serviço tem sido gratuito para os anunciantes, mas nas próximas semanas o Facebook vai cobrar pagamento de pelo menos US$ 5 sobre anúncios relacionados para promover cada oferta a uma audiência selecionada de fãs e amigos de fãs. O custo vai variar, com base no tamanho da página da empresa no Facebook.
"Eles devem conseguir cobrar uma tarifa, seja sobre uma oferta ou sobre qualquer outra ferramenta de marketing", disse Colin Sebastian, analista da R.W. Baird. "A questão é se o Facebook vai cobrar um valor apropriado dos anunciantes pelo direito de publicarem uma oferta, por exemplo, se a oferta gerar um retorno positivo."
Desde que o Facebook tornou-se empresa pública, em maio, a companhia tem sido pressionada por Wall Street para mostrar como pode transformar sua enorme rede de usuários em uma máquina de dinheiro. As ações do Facebook perderam cerca de 40% de seu valor desde a estreia.
O comércio no Facebook, conhecido como f-commerce, ainda não se materializou, parcialmente porque os varejistas têm conseguido aproveitar uma série de ferramentas gratuitas da rede para atraírem clientes. A vinculação do Facebook Offers a um serviço pago sugere que a empresa está tentando mudar isso.
"Acreditamos que isso alinha os incentivos corretamente", disse Gokul Rajaram, diretor de gestão de produtos dos negócios de publicidade do Facebook. "Os melhores resultados do Facebook Offers virão da distribuição orgânica mais distribuição paga.
Fonte: Reuters

26 de junho de 2012

Sem avisar usuários, Facebook muda "e-mail padrão" da timeline por conta @facebook.com


Logotipo do Facebook refletido no olho de uma mulher; rede social mudou e-mail padrão de perfis

Recentemente, o Facebook alterou o "e-mail padrão" exibido na linha do tempo dos perfis da rede social para um com domínio “@facebook.com”. Com isso, caso alguém acesse o perfil de algum usuário, o e-mail visível será o do Facebook e não o que estava cadastrado anteriormente. No caso de usuários que não tinham criado um e-mail da rede social, o Facebook criou endereços automaticamente. As informações são da versão eletrônica da revista americana “Forbes”.
Apresentado em 2010 como grande concorrente do Gmail (plataforma de mensagens eletrônicas do Google), o serviço de e-mail do Facebook passou a ser o único visível na linha do tempo dos perfis da rede social sem alarde. A caixa de entrada do e-mail do Facebook fica na área de mensagens da rede. Em caso de notificação, o usuário continuará a receber mensagens em seu e-mail cadastrado anteriormente. 
Segundo Ashkan Soltani, especialista em segurança entrevistado pela “Forbes”, é “um pouco suspeito que a rede social tenha trocado automaticamente o endereço de e-mail padrão sem consentimento dos usuários.”
Consultado pela reportagem, um porta-voz do Facebook disse que este processo tem ocorrido desde abril. No entanto, não especificou quando exatamente que o endereço de e-mail “@facebook.com” passou a ser o padrão. Além disso, ele informou que a companhia, em breve, vai liberar configurações que dão às pessoas a opção de decidir qual endereço cada usuário quer mostrar em sua linha do tempo.
“Desde que lançamos a linha do tempo, as pessoas têm a habilidade de controlar as informações que querem mostrar ou esconder em suas timelines. E hoje nós estamos estendendo isso a outros dados que elas postam, começando com o Facebook Address [nome do serviço que engloba o e-mail do Facebook]”, informou Andrew Noyes, porta-voz do Facebook.
A ideia, com um e-mail próprio do Facebook, é que o usuário da rede social passe ainda mais tempo no site. Atualmente, por estarem acostumados com outros serviços, os usuários da rede acabam acessando outras soluções como Gmail, Yahoo, Hotmail, etc.

Fonte: UOL Tecnologia

20 de junho de 2012

Diretor do Facebook fala das redes sociais como ferramenta de engajamento em evento na Rio+20

Leonardo Tristão falou sobre como o Facebook pode ajudar nas soluções de problemas
Como as redes sociais podem ajudar na solução dos problemas do mundo? Foi com base nessa pergunta que Leonardo Tristão, diretor de negócios do Facebook na América Latina, falou que o site pode ser uma ferramenta que ajuda na conexão e engajamento de pessoas e ideias. A palestra fez parte da Rio+Social, evento que acontece nessa terça-feira (19) de forma paralela a Rio+20.
Em uma rápida palestra, ele afirmou que as redes sociais dão oportunidade às pessoas transmitirem suas palavras e histórias para o mundo. Ele acredita que o uso do Facebook como ferramenta de comunicação pode ajudar na resolução de alguns dos problemas do mundo atualmente: “É possível se conectar e engajar a audiência para as suas causas.”
Leonardo usou exemplos para mostrar que organizações e pessoas são capazes de criar movimentos relevantes para a melhora da sociedade. Ele citou o caso do metrô de Higienópolis, em São Paulo. Naquela ocasião, moradores do bairro nobre pressionavam a prefeitura contra a construção de uma linha de metrô no bairro. Eles afirmavam que a construção da obra traria “gente diferenciada”.
Após a declaração dos moradores do local, foi criada uma página com um evento de protesto. Ao todo, 50 mil pessoas foram mobilizadas em um “churrascão de gente diferenciada”. Segundo Leonardo, a pressão na rede social ajudou a prefeitura a manter a decisão da construção do metrô no local.  
Segundo Leonardo, 30 milhões de pessoas estão conectadas a organizações sem fins lucrativos através do Facebook. “Nós cada vez mais vamos tentar dar voz para as pessoas que tentam tornar um mundo melhor”, diz. As palestras da Rio+Social podem ser acompanhadas no site oficial do evento. 

Fonte: UOL Tecnologia

11 de junho de 2012

Facebook lança sua 'loja de aplicativos' com mais de 600 opções

O Facebook lançou a sua loja de aplicativos, em evento para a imprensa norte-americana, na noite da última quinta-feira (7). A "App Center" já está disponível e conta com mais de 600 aplicativos para iOS, Android e acesso via internet. Entre eles, estão os já famosos Netflix, Pinterest, Draw Something, Foursquare, The Sims Social e vários outros.


Primeira página da App Center (Foto: Reprodução/TechTudo)

Esta "loja virtual" do Facebook servirá como um guia dos aplicativos disponíveis para seu celular, redirecionando para o mesmo quando for necessário. Ele poderá detectar os appsdisponíveis na internet e vai sugerir opções de acordo com o seu sistema operacional móvel.
Ao contrário do que acontece nas respectivas lojas oficiais, a "App Center" do Facebook mostrará os aplicativos mais indicados pelos seus amigos, o que torna a escolha mais social e restringe a oferta. Deste modo, cada usuário poderá ter uma experiência diferente ao acessar a loja.
O usuário que tiver interesse poderá acessar o Facebook App Center através dos aplicativos "mobile" para iOS e Android, ou através do navegador do celular apontando para Facebook.com. Vale ressaltar que, ao escolher um aplicativo, o dono do celular será encaminhado para o Google Play ou Apple App Store para realizar o download, se quiser.
Regras para desenvolvedor
Caso um desenvolvedor queira o seu aplicativo disponível na "App Center", deverá criar uma página com todas as informações necessárias, e esperar a aprovação do Facebook. Só depois desse processo o produto estará disponível para o público, porém, a prioridade no começo será para os desenvolvedores que fizeram o referido cadastro antes do dia 18 de maio.
Página do Cinamagram na App Center (Foto: Reprodução/TechTudo)

Interface simples, mas sem busca
Ao acessar a página do Facebook App Center, via navegador, você encontrará uma lista de categorias para os aplicativos disponíveis, e essa lista pode ser filtrada por apps para celular, internet ou tudo junto. Entretanto, não há uma busca individual para a loja. Para achar algum aplicativo, o usuário terá que navegar pelas opções indicadas, como as já citadas categorias, ou pelas abas de indicações mais populares ou de amigos.
Ao escolher um aplicativo, o usuário acessará uma página com todas as informações sobre ele. Neste local, basta clicar no botão "Send to mobile" para que o Facebook envie uma mensagem para o seu respectivo app no celular. Quando a mensagem chegar no seu celular (veja a imagem ao lado), basta tocar nela que o usuário será redirecionado para a página do aplicativo dentro da App Store, no caso do iPhone. A partir deste ponto, basta seguir o procedimento normal de instalação.

Fonte:Tech Tudo






14 de maio de 2012

Facebook testa recurso para usuários pagarem para destacar um post

Mandou uma atualização de status e acha que todos devem ficar sabendo dela? Você poderá pagar para o Facebook destacá-la


Não são todos os amigos que lêem as atualizações que você faz no Facebook. Mas, se você acha que algo é muito importante e não pode deixar de ser lido por ninguém, você poderá pagar para garantir que todos leiam.

O Facebook começou a testar um recurso de "Histórias em Destaque" específico para usuários comuns. Pagando uma pequena taxa para a rede social, a sua atualização de status aparece em lugar de destaque para todos os seus amigos e assinantes, segundo o TechCrunch.


A novidade está sendo testada por um grupo de usuários. Ao postar alguma coisa no Facebook, ao lado dos botões "Curtir" e "Comentar" aparece um "Highlight". Ao clicar nele, uma caixa com a forma de pagamento e o preço surge para o usuário. Os valores cobrados, até o momento, são de cerca de US$ 2 e o pagamento é feito por cartão de crédito ou PayPal.



De acordo com a rede social, testes de novos recursos são constantes dentro da empresa. "Esse teste em particular é simplesmente para verificar o interesse das pessoas neste método de compartilhamento com os amigos".

Será que vai dar certo? Você pagaria para destacar uma atualização de status no Facebook? Deixe seu comentário abaixo!


Fonte: Olhar Digital


7 de maio de 2012

4 marcas que usam a criatividade no Instagram

TIFFANY & CO
A estratégia da Tiffany & Co no Instagram é mostrar o valor de seus produtos. Para isso, a marca de luxo publica no site imagens que mostram cada detalhe relacionado a criação de seus anéis de diamante e joias.
Clientes em potencial ou fãs podem ter um olhar mais aprofundado de todas as técnicas e ferramentas envolvidas na fabricação dos produtos e, claro, imagens do resultado final, pouco antes de ir para as lojas.
A empresa já uniu forças com o blog dedicado a moda The Sartorialist para criar campanhas como a "What makes love true" e " True Love in Pictures", com galerias que documentam cenas reais e apaixonadas de casais em cidades como Paris e Nova York.


GENERAL ELECTRIC
A GE usa o Instagram para mostrar que vai além da produção das lâmpadas. Pelo site, a empresa divulga imagens de dentro das fábricas e de suas pesquisas em diferentes áreas como energia, transportes e aviação, dando uma versão um pouco mais romântica e palpável dos seus produtos.
Há também fotos históricas da marca e promoções com foco no engajamento dos consumidores.


RED BULL
A Red Bull se mostrou com o tempo uma marca que vai além de um energético, representando um estilo de vida. E é isso que mostra em suas páginas do Instagram.
As experiências em esportes radicais, o patrocínio a atletas e os eventos de que participa estão documentados em cada foto multicolorida.


STARBUCKS
Além de mostrar imagens do interior de suas lojas ao redor do mundo, a Starbucks explica em fotos como os novos sabores de suas bebidas são escolhidos e testados.
Em um exemplo claro da conexão emocional que construiu com clientes, a rede de cafeterias publica fotos das pessoas entre uma xícara personalizada e outra.

Fonte: Exame



24 de abril de 2012

Facebook ultrapassa 900 milhões de usuários


Em adendo enviado hoje para integrar a papelada do seu IPO, o Facebook,rede social mais popular do planeta, divulgou que conta, atualmente, com cerca de 901 milhões de usuários e que deve bater a marca de 1 bilhão até o fim do ano.

Segundo os dados divulgados pelo Mashable, o documento diz que, dos mais de 900 milhões, cerca de 526 milhões são considerados “ativos” e responsáveis por mais de 3,2 bilhões de comentários publicados todos os dias.

Outros números curiosos da rede social incluem o fato de que, diariamente, mais de 300 milhões de fotos são enviadas aos servidores e 125 bilhões de solicitações de amizades são aprovadas. Além disso, estima-se que 488 milhões de pessoas acessem a rede social via smartphones ou tablets. Brasil entre os mais ativos

De acordo com dados da consultoria SocialBakers, o Brasil é o terceiro maior grupo entre os mais ativos em todo o Facebook, com cerca de 44,6 milhões de brasileiros. A primeira posição continua sólida nas mãos dos americanos, que atualmente são cerca de 156 milhões. O segundo lugar fica com a Índia, que conta com 45,7 milhões de perfis na rede.
Fonte: Exame

19 de abril de 2012

Facebook lidera no Brasil durante fim de semana

Dados da Experian Hitwise reforçam crescimento da rede social no País

O Facebook foi o site mais acessado no Brasil durante o último fim de semana, segundo dados da Experian Hitwise. A rede social teve 10,86% de todas as visitas a sites no sábado (14) e 10,98% no domingo (15). O Google Brasil ficou em segundo, com 10,85% e 10,55%, respectivamente.
Os dados da Hitwise mostram uma tendência: o Facebook à frente do Google nos finais de semana. A primeira vez que isso ocorreu foi no dia 1º de abril deste mês, um domingo. Depois disso, o Facebook também passou o Google nos dias 06/04 (Sexta-feira Santa) e 08/04 (Domingo de Páscoa). Com isso, são ao todo cinco dias em que a rede social foi o site mais acessado do País.
Dados da Hitwise confirmam avanço do Facebook no Brasil
Líder disparado em redes sociais em todo o mundo, o Facebook cresceu fortemente no Brasil em 2011 e mantém o ritmo em 2012. No fim de 2011, o Facebook passou o Orkut no Brasil. Recentemente, o Facebook anunciou seu plano de oferecer ações na bolsa de valores e comprou a empresa responsável pelo aplicativo Instagram.

9 de abril de 2012

Facebook adquire rede social para fotos Instagram por US$ 1 billhão

Mark Zuckerberg, diretor-executivo do Facebook, anunciou nesta segunda-feira (9) que a rede adquiriu o Instagram, aplicativo para smartphones que funciona também como uma rede social de imagens. O valor não foi divulgado por Zuckerberg, mas em comunicado oficial a companhia informou que desembolsou US$ 1 bilhão na operação. Recentemente, fundos de investimento estimaram que o Instagram teria valor de mercado de cerca de US$ 500 milhões. 
O Instagram é um aplicativo disponível apenas para dispositivos móveis e que aplica efeitos em imagens clicadas pelas câmeras destes aparelhos. Fundado em 2011, o serviço inicialmente só funcionava em smartphones iPhone. Recentemente, a companhia lançou uma versão para o sistema operacional Android.
Apesar da aquisição, nem Zuckerberg ou mesmo a equipe do Instagram revelaram se haverá mudanças significativas no serviço. A única certeza é que o Instagram continuará integrado com outras redes sociais.
Imagem estilizada pelo aplicativo Instagram
“Nós achamos que o fato de o Instagram conectar-se com outros serviços é uma parte importante da experiência. Nós planejamos manter estes recursos e a habilidade de postar em outras rede sociais e até mesmo de não compartilhar suas imagens no Facebook, se você quiser”, disse Mark Zuckerberg, em anúncio sobre a aquisição em seu perfil no Facebook (clique aqui para ler o pronunciamento de Zuckerberg, em inglês, sobre a aquisição).
O Facebook, ainda no comunicado oficial, informou que a transação deverá ser concluída no final deste trimestre.
Por parte do Instagram, Kevin Systrom, um dos fundadores do serviço ao lado do brasileiro Mike Krieger, disse que continuará o desenvolvimento de novas funcionalidades e que o serviço não acabará. “Nós iremos trabalhar com o Facebook para desenvolver o Instagram e criar uma rede. Nós continuaremos adicionando novos recursos ao produto e a achando novas maneiras de criar uma melhor experiência em tirar fotos em dispositivos móveis."
Atualmente, o Instagram conta com mais de 30 milhões de usuário ao redor do mundo e não tem um modelo de negócio definido, ou seja, o aplicativo é disponibilizado gratuitamente e não há, até o momento, formas de lucrar com o serviço. Em entrevista ao UOL, o brasileiro Mike Krieger, cofundador do serviço, informou que ainda planejam como fazer do Instagram um negócio lucrativo. “Estamos pensando bastante em como ganhar dinheiro com o Instagram, mas ainda não anunciamos nada”, disse.
 Do UOL, em São Paulo

15 de fevereiro de 2012

Empresas usam redes sociais para criar novos produtos

Depois da publicidade e do SAC, empresas estão investindo em uma nova frente nas redes sociais: a inovação.
Pepsico, Whirlpool, Tecnisa e Bradesco, entre outras, monitoram Twitter e Facebook para alimentar suas áreas de criação - e também encaram o desafio de incorporar os dados ao processo tradicional de desenvolvimento de produtos. Desta prática já saíram edifícios com uso compartilhado de bicicletas, sabores de salgadinho e novidades nos serviços bancários.
O trabalho de coleta é como uma garimpagem. "Tudo é visto com cuidado. No geral, o consumidor quer mais do mesmo, porém mais barato", afirmou Cris Monteiro, gerente de marketing da Pepsico do Brasil, durante a Social Media Week, evento de redes sociais que acontece nesta semana no MIS. "Quando achamos que uma ideia tem potencial, a avaliamos em outro ambiente, mais diversificado."

Editoria de Arte/Folhapress
Na construtora Tecnisa, este processo de validação das ideias é acompanhado desde o início por um gestor. "É um profissional capaz de entender se aquilo faz sentido dentro da filosofia de negócios da empresa", diz Paulo Schiavon, gerente de mídia on-line da empresa. As áreas competentes são então convocadas. "É uma curadoria interna de ideias."
As duas companhias têm cases de sucesso nas redes sociais. A Pepsico obteve 2 milhões de sugestões com a promoção "Faça-me um sabor", para a batata-frita Ruffles. "Recebemos também muitas informações sobre o que fazer com a marca", diz Cris Monteiro.
A Tecnisa fechou a venda de um apartamento pelo Twitter, em 2009, e mantém as redes como uma de oito fontes de inputs para inovação. Das plataformas on-line, já extraiu mais de 1.100 sugestões - 30 estão em desenvolvimento (como um projeto de garagem decorada) e, recentemente, foram lançados dois empreendimentos com "bike sharing", sistema de uso compartilhado de bicicletas.
O Bradesco criou uma nova forma de reestabelecer senhas de cartões. No banco, o volume de menções a um tema é monitorado para detectar tendências. "Temos uma média de 1,1 milhão de interações e 250 'insights' por dia no call center [que inclui as redes sociais]", afirma Luca Cavalcanti, diretor de canais digitais Dia&Noite do Bradesco. "Todos os dias, as principais ocorrências nas redes sociais são informadas diretamente ao presidente, sem filtro."
Na Whirlpool, uma equipe seleciona os 'insights' e encaminha às áreas de tecnologia e inovação. "Realizamos diversos estudos e pesquisas, inclusive com a participação desses internautas que enviam sugestões", afirma Daniela Cianciaruso, gerente geral de marketing da Whirlpool Latin America. Da ideia ao produto, são até dois anos. 

PLANEJAMENTO
Para o consultor Luiz Algarra, o imediatismo das redes afronta o planejamento das empresas. "O investidor trabalha com médio e longo prazos. Para ele, é bom que nada aconteça dentro de três a cinco anos."
Contra seu planejamento, no ano passado a Kraft Foods retomou a produção da bala Hall's sabor uva verde, após pedidos de internautas. "Não há uma fórmula para lidar com redes sociais", afirma Natacha Volpini, gerente de mídia digital da companhia. "Estão todos aprendendo juntos." 

 MARY PERSIA- EDITORA DE MÍDIAS SOCIAIS (Folha.com)

15 de dezembro de 2011

Facebook libera novos perfis para usuários brasileiros


O Facebook começou a liberar nesta quinta-feira (15) o Timeline, novo formato de layout de sua interface, para usuários brasileiros.
Para obter a nova interface, o usuário deve ir à página https://www.facebook.com/about/timeline e clicar em “Obter a Linha do Tempo”. O usuário que fizer a mudança tem uma semana para testar o novo formato e decidir se aprova a migração.
A mudança para os novos perfis começou no último dia 06, a partir da Nova Zelândia.
Entre as novidades, a nova interface irá agregar todos os conteúdos compartilhados pelo usuário divididos de acordo com seu ano de publicação.
Além disso, a rede social vai ganhar uma série de novos apps, como os do Spotify  e da Netflix.
Em sua nova fase, mais do que continuar crescendo, o Facebook pretende manter os usuários engajados dentro da plataforma. Assim, não será preciso sair da rede social caso o usuário queira ouvir uma música ou ver um filme.
O Facebook é a maior rede social da atualidade, com 800 milhões de usuários. No Brasil, cerca de 30 milhões de pessoas acessam o serviço.

Fonte: Vinicius Aguiari, de INFO Online

4 de novembro de 2011

Corrente no Facebook “engana” amigos com viagem para o exterior

Uma nova corrente no Facebook, feita apenas para despertar curiosidade, tem invadido as timelines de usuários da rede social. Tudo começa com uma postagem de alguém dizendo que vai ficar certo tempo fora do país. Geralmente, ela tem essa estrutura: “Vou morar em XX lugar por YY meses”.


Após a postagem, o natural é que os amigos da pessoa comecem a fazer comentários do tipo “Ah, parabéns!”, “Nossa, nem me avisou, hein?” ou “Você já lavou uma louça hoje?” [essa ninguém postou, mas confesso que gostaria de deixar este comentário :) ].

Enquanto você, amigo (a), deixa seus votos de boa sorte ou curte o comentário, a pessoa que postou ri muito de você (ou entra na conversa com comentários do tipo “Vou trazer tal muamba para você de lá”), pois isso não passa de uma corrente troll estranha que alguém inventou – aliás, não existe uma origem certa, mas na internet, há quem diga que tem relação com uma campanha relacionada ao câncer de mama (?).

A corrente funciona da seguinte maneira:

– A pessoa deve pegar o dia do nascimento (por exemplo, dia 30), que será o número de meses que ela ficará fora do país.

– Depois, deve considerar o mês que nasceu (por exemplo, junho) e consultar uma tabela. Cada mês corresponde a um lugar. (Por favor, não perguntem por que México é Janeiro ou setembro corresponde a Holanda)

Janeiro: México.

Fevereiro: Londres.

Março: Miami.

Abril: República Dominicana.

Maio: França.

Junho: São Petersburgo.

Julho: Áustria.

Agosto: Alemanha.

Setembro: Holanda.

Outubro: Amsterdã.

Novembro: Las Vegas.

Dezembro: Colômbia.

– Para completar a trollada, é só postar no Facebook “Vou morar em São Petersburgo por 30 meses” e rir dos comentários e curtidas.

Observação: Apesar de não ter uma origem certa, há ainda quem acredite que a corrente foi criada por hackers para saber o aniversário das pessoas. Com essa informação, eles poderiam descobrir a senha dos usuários, uma vez que boa parte dos internautas utiliza a data de nascimento como senha. De qualquer jeito, fica a dica.


Fonte: Gigablog

5 de setembro de 2011

Facebook ultrapassa Orkut em número de usuários brasileiros, pela primeira vez

Em julho, a rede social de Mark Zuckerberg contava com 30 milhões de assinantes no Brasil, contra 27 milhões da concorrente

Nos últimos sete anos, o Orkut foi a rede social mais utilizada pelos brasileiros. No entanto, desde julho, essa liderança foi desbancada pelo Facebook, que ultrapassou o concorrente em termos de número de usuários cadastrados no País.

De acordo com dados do Ibope, divulgados antecipadamente pela revista IstoÉ Dinheiro, o Facebook atingiu a marca de 30 milhões de usuários brasileiros em julho deste ano, enquanto o Orkut possuía 27 milhões de assinantes na mesma época. Ainda segundo a notícia, a rede social criada por Mark Zuckerberg já havia ultrapassado a concorrente em volume de tráfego, no mês de abril.

A história do Brasil com o Orkut ganhou força em 2004. Em julho daquele ano, a rede social já contava com 30 milhões de usuários cadastrados no País, de acordo com um vídeo publicado pelo próprio Google, sobre o sucesso da plataforma em território brasileiro.

O Orkut parece destinado ao esquecimento. Recentemente, o Google - criador da plataforma - lançou uma nova rede social, batizada de Google+. A pergunta que fica é: será que ela terá o mesmo sucesso no mercado brasileiro?
Fonte: Olhar digital

2 de junho de 2011

Computação corporativa: 5 perigos nas mídias sociais


Malwares e comentários infelizes de funcionários estão entre os principais problemas. Política clara e treinamento ajudam a evitar crises.

Plataformas sociais como Twitter, Facebook e LinkedIn são cada vez mais usadas por empresas interessadas em aprimorar a comunicação com seus clientes, engajá-los ou mesmo reforçar a imagem que eles têm da marca.

No entanto, quando esses portais são utilizados em um contexto corporativo, não é só uma questão de colecionar amigos, avaliações positivas ou sinais de curtir. Quando mal elaborada e gerenciada, a estratégia social pode virar-se contra a empresa, seja devido a danos causados à sua reputação, seja por causa de informações confidenciais vazadas.

Eis os cinco principais fatores com os quais as companhias devem se preocupar ao entrarem no mundo das mídias sociais.

1::Aplicativos
A ascensão das redes sociais está intimamente ligada à revolução da computação móvel, que deu a largada para o rápido desenvolvimento de aplicativos para smartphones. Naturalmente, os funcionários de sua empresa baixam um monte deles, tanto em seu próprio celular quanto no do trabalho, porque, bem, eles podem.

No entanto, alguns programas podem prometer uma coisa e entregar outra. No começo de março, a Google removeu de seu Android Market mais de 60 aplicativos que carregavam códigos maliciosos. Alguns deles eram programados para roubar dados pessoais e repassá-los a um terceiro ou mesmo para destruí-los.

Sim, justamente aquele jogo que prometia ser melhor do que Angry Birds.

2::Engenharia social
Não é de hoje o surgimento de golpistas, mas a Internet se tornou o local favorito de atuação deles. Ela, afinal, facilita a busca por vítimas de coração mole, que possam se simpatizar por causas como... A crise financeira da família real nigeriana.

As redes sociais deixaram a vida dos malandros ainda mais tranquila. E por dois motivos: Primeiro, eles não precisam chutar no vazio, já que as pessoas nunca compartilharam, voluntariamente, tantas informações pessoais como hoje. Segundo, plataformas sociais encorajam os usuários a confiar em pessoas que nem sequer conhecem. Daí é só um passo para que o funcionário caia em um golpe, tenha as senhas roubadas, e consequentemente, perca e-mails confidenciais enviados pela empresa.

3::Redes sociais
Às vezes os hackers vão diretamente à fonte, injetando códigos maliciosos na própria rede social, seja numa propaganda, seja a partir de um aplicativo.

No Twitter, links encurtados – muito populares no serviço por conta da limitação de 140 caracteres por mensagem – costumam ser usados para enganar internautas, que podem ter seus computadores invadidos ao clicarem onde não deviam. Essa rede social favorece tal método, pois uma mensagem é facilmente replicada, chegando a inúmeros membros.

4::Os funcionários
Você sabia que chegaríamos a isso. Mesmo os funcionários mais responsáveis têm lapsos, agem sem pensar ou julgam precipitadamente. Ninguém é perfeito o tempo inteiro.

A questão é que lidar com um comentário infeliz no escritório é uma coisa; tentar contorná-lo quando feito pela rede social é outra coisa. Exemplos não faltam, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Veja por exemplo o caso de James Andrews, então vice-presidente de relações públicas da agência de marketing Ketchum. Há dois anos, ele enviou um inflamado tuite, difamando a cidade de Memphis, no Tennessee. No dia seguinte, faria uma palestra no local, já que um dos clientes da empresa era ninguém mais ninguém menos que a FedEx, cuja sede fica lá.

Os empregados, irritados, questionaram a companhia, pedindo um esclarecimento de porquê ela estaria pagando tal agência nova-iorquina enquanto eles tinham de acatar um corte de 5% no salário. James Andrews teve de pedir desculpas publicamente, enquanto torcia para não ser demitido.

Observem que o incidente não se deu com um funcionário inconsciente da missão da empresa, mas com um executivo de alto escalão. Ele prejudicou a imagem da empresa e ainda fez com que ela perdesse uma conta importante. Agora, se Andrews foi capaz disso, imagine um empregado sem treinamento, ou mesmo insatisfeito com suas funções.

5::Falta de política para mídias sociais
Essa é para os chefes. Sem uma política para mídias sociais, a empresa está sujeita a enfrentar uma crise a qualquer momento. Não se pode pedir aos funcionários, simplesmente, que eles representem dignamente a companhia na Internet. É preciso detalhar objetivos, parâmetros e limites.

Os dois principais pontos: Especifique quem está autorizado a agir em nome da empresa e o que se pode dizer. Seja claro, e evite que funcionários decidam por conta própria, pois, em geral, é a partir daí que coisas ruins acontecem.

Por fim, não esqueça que as corporações devem treinar os empregados para que eles tenham conhecimento da política utilizada para as redes sociais. E uma pessoa para coordenar a atuação da empresas nesses portais também é recomendada: Um gerente de mídia sociais.

(Chris Nerney)