2 de abril de 2012

Ashton Kutcher interpretará Steve Jobs no cinema, diz site



O ator americano Ashton Kutcher vai interpretar o papel do empresário Steve Jobs, co-fundador da Apple, em um longa para o cinema. As informações são do site da publicação "Variety", especializada na cobertura cinematográfica.
"Jobs" será dirigido por Joshua Michael Stern, com roteiro escrito por Matt Whiteley. A trama acompanhará a vida do executivo, morto no ano passado, desde sua juventude envolvida na contra-cultura até a criação da Apple.
Atualmente, Kutcher trabalha como protagonista da série "Two and a Half Men". Em sua primeira temporada a frente da série, o ator faturou um salário de US$ 700 mil por episódio.

30 de março de 2012

O Google sabe o que você fez na noite passada


Quer saber quantas mensagens você enviou e recebeu no Gmail, quantas buscas fez no Google e quantas horas passou com o browser aberto? Uma nova opção no gerenciamento de contas do Google permite obter um relatório detalhado sobre as atividades do usuário.
Para ver o relatório, é preciso ativá-lo na página de configuração de contas do Google. O sistema, então, registra as atividades e emite um boletim mensal. Um e-mail opcional avisa quando uma nova edição fica disponível. Para que isso funcione, é preciso que o usuário tenha feito login no Google com seu nome e sua senha. O acesso ao relatório é protegido por essa mesma senha.
Por enquanto, o boletim inclui buscas, e-mail e check-ins feitos por meio do Google Latitude. Além dos números, há informações sobre como cada item variou. É possível descobrir, por exemplo, que o volume de mensagens recebidas no Gmail cresceu 10% em relação ao mês anterior. Por enquanto, não há dados sobre serviços como Picasa, YouTube ou Google Plus.
Andreas Tuerk, gerente de produto do Google, diz, no blog da empresa, que o plano é ir incorporando mais serviços ao relatório com o tempo. Tuerk observa que examinar o relatório pode ser uma maneira de se prevenir contra uma possível invasão da conta. Se houver registro de um check-in no Cazaquistão, por exemplo, num dia em que a pessoa não saiu do Brasil, esse é um indício óbvio de que a conta foi violada.
O usuário poderia, nesse caso, trocar sua senha e adotar um modo mais seguro de autenticação, com dupla verificação. Essa opção faz com que, para fazer o login no Google, seja preciso digitar, além da senha, um código que é enviado via SMS ou mensagem de voz. O código também pode ser obtido por meio de um aplicativo para smartphone, o Google Authenticator, disponível para iPhone e Android
.
Fonte: info.abril.com.br

14 de março de 2012

A identidade Canopus




Como vocês devem ter percebido, já há algumas semanas vimos gradativamente alterando a identidade visual da agência. A nova marca da Canopus vem transmitir a modernidade e a revitalização de uma empresa consolidada em seus quinze anos de atividade, completados agora em 2012. A Canopus sempre foi uma agência visionária, que, na contramão de tantas, apostou no comportamento do público atrelado à tecnologia, inerente ao tipos de ferramentas disponíveis no mercado.

Canopus vista da Estação Espacial Internacional.

E é com essa bagagem que nós da Canopus, na busca pelo aperfeiçoamento e aprendizado contínuo temos a oferecer aos clientes soluções, acompanhamento e suporte para resultados em comunicação integrada e web 2.0. Hoje somos mais que uma agência de publicidade: somos coletivo de comunicação, soma de talentos, fractais aglutinados.
Cliente Canopus é parte desse coletivo. Aqui, quem tem que brilhar é sua empresa.

Estrela Guia

Canopus é o nome de uma estrela de primeira grandeza da constelação Carina.  Como é cerca de 20.000 vezes mais brilhante que o Sol.Canopus é a "estrela mais brilhante no céu".  Para os antigos que viviam o no hemisfério norte, mas a uma distância suficiente para ver a estrela, ela serviu para indicar a posição do Pólo Sul. Isto naturalmente até que a bússola surgisse e se tornasse de uso comum.

Nos tempos modernos, foi achado outro uso de navegação para ela. Devido a seu brilho e posição fora do plano orbital de nosso sistema solar (o último ser em contraste a posição de Sírio), Canopus é frequentemente utilizada pelas sondas espaciais americanas para fins de navegação, usando uma câmera especial conhecida como uma "Canopus Star Tracker" em conjunto com uma "Sun Tracker".




O nome Canopus
O nome "Canopus" tem duas derivações comuns, ambas listadas na mitologia: uma das versões vem da lenda da Guerra de Tróia. Como a constelação Carina fazia parte da gigantesca constelação de Argo Navis, que representava o navio utilizado por Jasão e os Argonautas, à estrela mais brilhante da constelação foi dado o nome do piloto do navio da lenda grega — Canopus foi o piloto do navio de Menelau em sua expedição para reaver Helena de Tróia depois dela ter sido levada por Páris.

A outra etimologia do nome é que ele teria vindo do copta egípcio Kahi Nub ("Terra dourada"), referindo-se a cor avermelhada como ela aparecia no horizonte do Egito. Há também um antigo porto egípcio em ruínas, Canopus, que aparentemente deve ter recebido o nome da estrela, localizado na foz do Nilo; onde ocorreu a Batalha do Nilo.

Ou poderia ser que o piloto, do lendário rei espartano Menelau, recebeu este nome devido ao porto, e o porto tenha se chamado "Chão dourado" devido às valiosas cargas que passaram por ele e seu cais e os lucros conseguidos lá por seus comerciantes.

1 de março de 2012

Big Brother Google

Sob protestos, Google introduz nova "política de privacidade" e cria identificação única de usuários

Marion Strecker
Do UOL, em San Francisco

Destaque dado pelo Google na véspera da mudança se limitou a link minúsculo em área obscura

Destaque dado pelo Google na véspera da mudança se limitou a link minúsculo em área obscura

Sob protestos, o Google faz valer a partir de hoje sua nova "política de privacidade". O assunto é candente, já que o Google é possivelmente a empresa que mais coleta, armazena e processa informações no mundo, além de estar em primeiro lugar de audiência na internet nos EUA e em muitos outros países, com seu amplo conjunto de serviços.

Leia também: Google explica sua política

A empresa decidiu reunir sob uma mesma política cerca de 60 produtos diferentes. Na prática, vai fazer o que nem o governo federal norte-americano conseguiu: criar um identificador único para cada usuário, com o máximo de informações pessoais que puder coletar.

Larry Page, o co-fundador e principal executivo do Google, recebeu semana passada uma carta assinada por 39 procuradores federais. A carta afirma que a nova política "invade a privacidade do consumidor ao compartilhar informações pessoais automaticamente em outros serviços, quando o usuário insere a informação em um serviço específico".

Questionado pelo UOL se haveria alguma mudança na política prevista para começar neste 1o. de março, um porta-voz do Google respondeu que não. Disse também que essa nova política vem sendo ”amplamente” divulgada desde 24 de janeiro. (Leia aqui a íntegra da entrevista com um porta-voz do Google).

Privacidade em xeque

Os Estados Unidos vivem um período de grande preocupação com a privacidade online, dadas as recentes e surpreendentes descobertas de quantos dados pessoais certas empresas coletam, sem o cliente saber. O Google não é o único alvo das críticas. A Apple, entre outras, também está sob pressão pelas muitas falhas descobertas no seu processo de aprovação de aplicativos para iPhone e iPad.

As críticas vêm de todos os lados: do presidente dos EUA, Barack Obama, da Federal Trade Commission, do Departamento do Comércio, de várias instâncias do Poder Judiciário, de entidades de defesa do consumidor e de grupos de advogados. Vêm ainda de fora do país, em particular da Europa, tradicionalmente mais ciosa nessa questão.

Esta semana, a Comissão Nacional para Computação e Liberdades Civis da França se manifestou, dizendo que a nova política do Google não se enquadra nos padrões de proteção de dados da Europa e pediu o adiamento da implantação. A resposta do Google foi não.

Os sete direitos digitais

Num discurso, na semana passada, o presidente Barack Obama havia dito que "os consumidores americanos não podem esperar mais para ter regras claras que assegurem que suas informações pessoais estejam seguras online".

O governo Obama acaba de concluir um estudo de dois anos sobre como regular a coleta online de dados dos consumidores. O governo estabeleceu uma lista de sete direitos básicos que gostaria de ver assegurados aos cidadãos americanos. O governo também pressiona o Congresso a aprovar rapidamente uma lei de direito à privacidade.

Enquanto isto as grandes empresas de internet engordam suas equipes de advogados e lobistas, se unem para desenvolver sua própria autorregulamentação e tentam convencer o público que qualquer lei é nociva à liberdade geral. Na realidade, elas estão preocupadas em preservar sua própria liberdade de continuar criando e faturando, sem a transparência devida.

Essa não é uma opinião pessoal. É apenas uma constatação que parece consensual nos Estados Unidos hoje, exceto dentro da indústria da internet.

Minoria lê termos de uso

Uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia em Berkeley em 2006 constatou que apenas 1,4% das pessoas tem o hábito de ler regular e inteiramente as regras de uso de serviços online, textos geralmente longos e em letras miúdas, às vezes incompreensíveis para um leigo.

Isto significa que os 98,6% realmente não sabem quanta informação pessoal estão fornecendo para terceiros ao usar os seus serviços, muito menos como essas informações poderão ser usadas.

Uma pesquisa na Grã-Bretanha divulgada no último dia 28 pelo Big Brother Watch (www.bigbrotherwatch.org.uk) revelou que 9 entre cada 10 usuários do Google não leram a nova política. Revelou ainda que 47% das pessoas que usam regularmente serviços do Google não fazem ideia da mudança na política de privacidade.

O destaque dado pelo Google na véspera da mudança se limitou a um minúsculo link em vermelho, no pé da página inicial da busca, uma área que praticamente ninguém costuma olhar.

Muitas pessoas também não sabem que informações podem ser coletadas de seus computadores e telefones sem que elas tenham autorizado nada. Não quero fazer terrorismo, mas isto é um fato. Nos últimos meses, várias empresas tiveram de se desculpar ou mudaram de procedimento por conta desse tipo de prática, depois de vir a público que estavam copiando as agendas do celular dos clientes ou suas fotos, para citar os casos mais recentes.

O raio-x da questão

Afinal, o que o Google coleta e por que devemos nos preocupar com isso? E o que muda com a nova política?

O Google coleta muita, muita coisa. Mesmo que você jamais tenha dado seu nome ou e-mail para o Google, seu computador certamente está identificado e, no mínimo, suas atividades de busca no Google e sua navegação em sites do Google ou em sites que são parceiros de publicidade do Google estão sendo monitoradas. Exceto se você tiver se preocupado em reprogramar seu software de navegação para não aceitar "cookies".

Os velhos "cookies", que são pequenos códigos de programação inseridos no seu navegador (browser) enquanto você visita páginas na internet, são uma forma de monitorar as atividades de uma pessoa sem que ela perceba. Podem ser usados para o bem, como por exemplo para evitar que a pessoa tenha de fazer repetidos logins para usar um serviço, por exemplo.

Um grande número de empresas de internet usa "cookies" para obter estatísticas que vão afinar os seus serviços.
Mas "cookies" podem e são usados para outras coisas não previamente informadas aos navegantes, como para publicar propaganda "personalizada", por exemplo daquele produto que você andou pesquisando online. Você pode achar isso legal ou não.

Na semana passada, o Digital Advertising Alliance, que representa 400 empresas, enfim apoiou a proposta política e tecnológica chamada "Do Not Track" (http://donottrack.us), literalmente "Não Rastreie", e disse que "desejam alcançar entendimento com fabricantes de browsers para ter a solução de um só clique", defendida pelo governo Obama, "em cerca de nove meses". A prática da indústria sempre foi o chamado opt-out, isto é, permitir ao consumidor deixar de ser rastreado apenas depois que ele descobrisse que estava sendo e descobrisse também como deixar de ser.

Um login para todos acionar

Mas o Google vai muito além dos "cookies". Agora eles pretendem usar o nome que você colocou na sua conta Google em todos os serviços que requerem uma conta no Google. Ou seja, vão substituir antigos nomes ou apelidos que você usou pelo seu nome principal. E sua foto provavelmente estará lá, se você foi um dos que entraram no Google+ de junho para cá.

Notei que o Google+, feito para concorrer com o Facebook, facilita muito a publicação de fotos, por exemplo, mas não oferece recurso para se apagar algo ali. É apagar tudo ou nada.

Aqui vão mais exemplos do que o Google pode coletar:

1) Detalhes de como cada um usa seus serviços, a começar pelas buscas feitas no Google
2) Informações do seu celular, como seu número telefônico, o número das pessoas com quem você andou falando, dia, hora e duração de chamadas
3) Endereço IP (Internet Protocol Address), aquele número que se ganha quando se conecta à internet
4) Tipo de computador e navegador usados, idioma, atividades e erros ocorridos no seu computador e a que URLs (endereços de internet) eles se referem
5) Sua localização atual via sinais de GPS ou via sensores do seu equipamento que se conecta a redes Wi-Fi e/ou torres de celular.

Para os poucos que têm paciência e tempo de ler esse tipo de documento, como a nova política de privacidade do Google, está lá isso tudo.

Mas nas palavras do presidente do conselho de administração do empresa, Eric Schmidt, "quem tentar restringir a internet vai falhar". Num discurso em Barcelona no congresso Mobile World, esta semana, ele fez a defesa da "liberdade" na internet não apenas contra legislações nacionais, mas também contra a ONU. O Velho Oeste parece ter voltado a ser… o Velho Oeste!

"A internet é como água: vai achar o seu caminho", disse Eric Schmidt. Acho que ele tem toda a razão. Ainda mais nesta época em que "hackear" é sinônimo de ser inteligente e esperto, como de fato é. Mas o mesmo argumento vale para quem defende o direito à privacidade: que a sociedade ache o seu caminho como a água, sem que a internet trate o público como gado, massa de manobra ou como ignorante.

15 de fevereiro de 2012

Empresas usam redes sociais para criar novos produtos

Depois da publicidade e do SAC, empresas estão investindo em uma nova frente nas redes sociais: a inovação.
Pepsico, Whirlpool, Tecnisa e Bradesco, entre outras, monitoram Twitter e Facebook para alimentar suas áreas de criação - e também encaram o desafio de incorporar os dados ao processo tradicional de desenvolvimento de produtos. Desta prática já saíram edifícios com uso compartilhado de bicicletas, sabores de salgadinho e novidades nos serviços bancários.
O trabalho de coleta é como uma garimpagem. "Tudo é visto com cuidado. No geral, o consumidor quer mais do mesmo, porém mais barato", afirmou Cris Monteiro, gerente de marketing da Pepsico do Brasil, durante a Social Media Week, evento de redes sociais que acontece nesta semana no MIS. "Quando achamos que uma ideia tem potencial, a avaliamos em outro ambiente, mais diversificado."

Editoria de Arte/Folhapress
Na construtora Tecnisa, este processo de validação das ideias é acompanhado desde o início por um gestor. "É um profissional capaz de entender se aquilo faz sentido dentro da filosofia de negócios da empresa", diz Paulo Schiavon, gerente de mídia on-line da empresa. As áreas competentes são então convocadas. "É uma curadoria interna de ideias."
As duas companhias têm cases de sucesso nas redes sociais. A Pepsico obteve 2 milhões de sugestões com a promoção "Faça-me um sabor", para a batata-frita Ruffles. "Recebemos também muitas informações sobre o que fazer com a marca", diz Cris Monteiro.
A Tecnisa fechou a venda de um apartamento pelo Twitter, em 2009, e mantém as redes como uma de oito fontes de inputs para inovação. Das plataformas on-line, já extraiu mais de 1.100 sugestões - 30 estão em desenvolvimento (como um projeto de garagem decorada) e, recentemente, foram lançados dois empreendimentos com "bike sharing", sistema de uso compartilhado de bicicletas.
O Bradesco criou uma nova forma de reestabelecer senhas de cartões. No banco, o volume de menções a um tema é monitorado para detectar tendências. "Temos uma média de 1,1 milhão de interações e 250 'insights' por dia no call center [que inclui as redes sociais]", afirma Luca Cavalcanti, diretor de canais digitais Dia&Noite do Bradesco. "Todos os dias, as principais ocorrências nas redes sociais são informadas diretamente ao presidente, sem filtro."
Na Whirlpool, uma equipe seleciona os 'insights' e encaminha às áreas de tecnologia e inovação. "Realizamos diversos estudos e pesquisas, inclusive com a participação desses internautas que enviam sugestões", afirma Daniela Cianciaruso, gerente geral de marketing da Whirlpool Latin America. Da ideia ao produto, são até dois anos. 

PLANEJAMENTO
Para o consultor Luiz Algarra, o imediatismo das redes afronta o planejamento das empresas. "O investidor trabalha com médio e longo prazos. Para ele, é bom que nada aconteça dentro de três a cinco anos."
Contra seu planejamento, no ano passado a Kraft Foods retomou a produção da bala Hall's sabor uva verde, após pedidos de internautas. "Não há uma fórmula para lidar com redes sociais", afirma Natacha Volpini, gerente de mídia digital da companhia. "Estão todos aprendendo juntos." 

 MARY PERSIA- EDITORA DE MÍDIAS SOCIAIS (Folha.com)

24 de janeiro de 2012

Após fim do MegaUpload, FileSonic desabilita compartilhamento de arquivos




O site Filesonic desativou suas funções de compartilhamento de arquivos durante este sábado (21) e domingo (22). Não há detalhes ou comentários sobre a mudança, nem mesmo no blog oficial da empresa, exceto uma breve mensagem na página principal. O Filesonic, assim como o Megaupload – que foi retirado do ar pelo FBI na quinta-feira (19), acusado de facilitar a pirataria –, permitia que usuários enviassem e baixassem conteúdos diversos e, por isso, também foi usado para abrigar conteúdos protegidos por direito autoral.

Outra semelhança do Filesonic com o Megaupload era o programa de afiliados. A partir dele, um usuário que envia um arquivo popular é recompensado caso uma pessoa registre uma “conta premium” para fazer downloads no site. As contas premium permitiam um maior número de downloads ao mesmo tempo e davam mais conveniência aos internautas.

No caso do Megaupload, no entendimento do FBI, que fechou o site, essa oferta levou muitos usuários a enviarem conteúdo ilegal, lucrando com a atividade de hospedar arquivos com grande demanda.

A página de afiliados do Filesonic, porém, desapareceu. O espaço no Facebook dedicado ao site também sumiu. Usuários do site Reddit afirmaram que muitos arquivos e contas de usuários foram removidas e que o site teme ser o próximo alvo das autoridades norte-americanas.

De agora em diante, o Filesonic apenas permite que usuários baixem os arquivos que eles mesmos enviaram. Seguir qualquer link que antes levava a um download no Filesonic apenas apresenta uma mensagem, que afirma: “toda a funcionalidade de compartilhamento no Filesonic foi desativada. Nosso serviço só pode ser usado para enviar e receber os seus arquivos pessoais”.

De acordo com o site do Filesonic, a empresa tem endereços no Reino Unido e em Hong Kong. O site é o 172° maior do mundo em tráfego, de acordo com a Alexa.

FONTE: G1



16 de janeiro de 2012

Youtube agora com Storyboard

Novo player do YouTube terá Storyboards

De acordo com Amit Agarwal, editor do conhecido Digital Inspirations, o YouTube está trabalhando em um novo recurso para seu player de vídeo que permitirá aos usuários a possibilidade de visualizar uma miniatura da imagem em qualquer ponto do vídeo.


O YouTube irá gerar um grande Storyboard de 100 miniaturas por vídeo e as imagens são dispostas em uma grade de 10×10. À medida que você move o mouse para diferentes pontos no player de vídeo, rapidamente agarra a miniatura correspondente a posição do storyboard.

Fonte: Google Discovery

27 de dezembro de 2011

Estudo aponta as marcas mais valiosas do Brasil em 2011

A Brand Finance/Superbrands realiza evento na capital paulista*, na próxima terça-feira, 29 de novembro, para anunciar o resultado de seu novo estudo “As 130 Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2011”.

De acordo com o levantamento inédito da Brand Finance / Superbrands a soma do valor das 130 maiores marcas presentes no Brasil aumentou 16,4% em 2011 em comparação a 2010, saindo do total de R$ 275,1 bilhões para R$ 320,4 bilhões. “O valor das marcas mais fortes do país evoluiu acima do PIB no período (7,5% em 2010 e 3,5% estimado para 2011), ratificando seu papel como ativos estratégicos, geralmente mais resistentes e duráveis em diferentes momentos da economia, além de maior diferencial competitivo sustentável das empresas na atualidade”, afirma o CEO e sócio da Brand Finance/Superbrands América do Sul, Gilson Nunes.


Pelo sexto ano consecutivo, a marca mais valiosa no Brasil é o Bradesco, com um valor de R$ 31,2 bilhões (“AA-” em termos de Força de Marca ou brand rating*), seguido, pela ordem, por Itaú (R$ 27,7 bilhões e BBB+ em Força de Marca); Banco do Brasil (R$ 15,9 bilhões e BB); Petrobras, (R$ 14,4 bilhões e BB+); Vivo (R$ 8,6 bilhões e A); OI (R$ 8 bilhões e BB+); Santander (R$ 7,6 bilhões e B-); Walmart (R$ 7,5 bilhões e BBB+); Casas Bahia ( R$ 7,4 bilhões e A) e Caixa (R$ 7,1 bilhões e B+).


Sobre a continuidade dos bancos na liderança, Gilson Nunes atribui o resultado ao papel crucial do setor em 2010 e primeiro semestre de 2011 no crescimento econômico do país, principalmente, pela maior oferta de crédito e crescente inclusão social de uma camada da população não bancarizada, que obteve maior crescimento de renda e emprego. “Além disso, este bom resultado dos bancos reflete a melhoria de seus serviços, da reputação e do relacionamento com clientes, em especial o Bradesco e o Banco do Brasil. Já no caso do Itaú, a absorção da marca Unibanco representa fator preponderante de crescimento; assim como o Santander, com a incorporação do Banco Real”, avalia Nunes.


Outro setor que obteve bom desempenho foi o varejo, segundo o executivo, graças à maturidade dos investimentos na expansão de pontos de venda e oferta de produtos; valendo destacar o crescimento da marca Walmart, que saltou da 11a posição em 2010 para a 8a em 2011. Já as marcas Vivo e Oi respondem pelo crescimento do setor de telefonia, enquanto Telefônica continua em tendência de queda em seu valor (-14%), refletindo, de acordo com o levantamento, uma piora na percepção do público pesquisado, em termos de qualidade e atendimento, entre outros itens abordados. Outra curiosidade é que apesar de obter uma das maiores taxas de crescimento em vendas no período, muitas marcas do setor de veículos caíram de posição, fruto de percepções negativas em itens como assistência técnica e atendimento pós venda.

Fonte: Portal da Propaganda



20 de dezembro de 2011

"Ordem de Jedi" é escolhida como religião por mais de 15 mil tchecos


A "Ordem de Jedi", organização fictícia da saga cinematográfica "Star Wars", foi escolhida como religião por mais de 15 mil pessoas na República Tcheca, como mostra censo realizado em 2011 no país. De acordo com o site CzechPosition, a maioria dos fanáticos está na capital, Praga.
Ainda que o catolicismo seja a religião que prevalece na República Tcheca, o site oficial do censo afirmou que um "número considerável de pessoas aderiu aos valores morais dos Cavaleiros de Jedi".
Um porta-voz da empresa que realizou a pesquisa disse que a opção foi incluída nas entrevistas depois de uma série de discussões sobre a seriedade da escolha. "Mas não cabe aos estatísticos dizer o que é e o que não é religião", justificou.
Em 2001, milhares de canadenses também responderam "Ordem de Jedi" como religião e, no mesmo ano, 53 mil neozelandeses fizeram a mesma opção.

15 de dezembro de 2011

Facebook libera novos perfis para usuários brasileiros


O Facebook começou a liberar nesta quinta-feira (15) o Timeline, novo formato de layout de sua interface, para usuários brasileiros.
Para obter a nova interface, o usuário deve ir à página https://www.facebook.com/about/timeline e clicar em “Obter a Linha do Tempo”. O usuário que fizer a mudança tem uma semana para testar o novo formato e decidir se aprova a migração.
A mudança para os novos perfis começou no último dia 06, a partir da Nova Zelândia.
Entre as novidades, a nova interface irá agregar todos os conteúdos compartilhados pelo usuário divididos de acordo com seu ano de publicação.
Além disso, a rede social vai ganhar uma série de novos apps, como os do Spotify  e da Netflix.
Em sua nova fase, mais do que continuar crescendo, o Facebook pretende manter os usuários engajados dentro da plataforma. Assim, não será preciso sair da rede social caso o usuário queira ouvir uma música ou ver um filme.
O Facebook é a maior rede social da atualidade, com 800 milhões de usuários. No Brasil, cerca de 30 milhões de pessoas acessam o serviço.

Fonte: Vinicius Aguiari, de INFO Online

29 de novembro de 2011

Conheça serviços para armazenar arquivos na "nuvem"

Existem dezenas de serviços on-line que oferecem armazenamento de arquivos na chamada “nuvem” da internet.

Contar com esse tipo de serviço tem se mostrando uma estratégia eficiente para os usuários que possuem um computador, tablet ou smartphone. Isso porque armazenando os arquivos na nuvem, eles ficam disponíveis a qualquer momento quando conectados à internet.

Além de confiáveis, as ferramentas acabam se tornando alternativas mais eficientes de armazenamento do que discos externos e pen drives. Dependendo do serviço assinado, é possível contar com o streaming de arquivos multimídias, aplicativos para acessar os arquivos em dispositivos móveis, limite de tamanho individual de arquivos e taxa de velocidade de upload.


Para demonstrar as principais diferenças entre os serviços de armazenamento em nuvem, a coluna Tira-dúvidas preparou um guia com os serviços mais populares, para que o leitor possa escolher qual serviço atende melhor sua necessidade.

Com o SugarSync o usuário pode armazenar gratuitamente até 5 GB de conteúdo usando o serviço (Foto: Reprodução)
Com o SugarSync, o usuário pode armazenargratuitamente até 5 GB de conteúdo usandoo serviço

SugarSync

O SugarSync é um serviço de armazenamento de arquivos em nuvem que oferece gratuitamente um disco virtual de 5 GB de capacidade. Nesse disco, é possível armazenar cópias de segurança, imagens, vídeos, músicas em MP3, além de poder acessá-lo simultaneamente por múltiplos dispositivos.

O serviço oferece aplicativos para o gerenciamento dos arquivos nos sistemas operacionais Windows XP/Vista/7, Mac OS X, e para os dispositivos móveis iPhone, iPad, BlackBerry, Android, Windows Mobile e Symbian.

Além da interface web compatível com os principais navegadores de internet, também é possível contratar planos com maior capacidade de armazenamento. O SugarSync oferece recursos que permitem ao usuário fazer streaming dos arquivos de músicas, além de sincronizar e-mails do Outlook. Para usar o serviço basta criar uma conta no site do SugarSync.


Dropbox (Foto: Reprodução)
Dropbox é um dos serviços de armazenamento mais popular do mercado

Dropbox

O Dropbox é outro serviço de compartilhamento muito popular, com recursos semelhantes ao SugarSync. É possível armazenar e compartilhar na nuvem todo o tipo de arquivo. Os usuários que optarem pela conta gratuita terão acesso a um disco virtual de 2GB de espaço. A capacidade de armazenamento pode ser ampliada gratuitamente quando o usuário envia convites aos seus contatos, para que eles também se inscrevam no Dropbox.

Para cada convite aceito, são liberados 250 MB de bônus, com um limite de até 8 GB. E se mesmo assim o espaço não for suficiente, é possível contratar mais memória pagando uma anuidade. Se comparado ao SugarSync, o Dropbox fica devendo em recursos como o de streaming de multimídia, automação de backups e edição de arquivos no próprio navegador. Porém, possui aplicativo para Linux. Já o SugarSync oferece apenas a opção para os sistemas operacionais Windows e Mac OS X.

Nos dispositivos móveis, estão disponíveis aplicativos para iPhone, iPad, Android e BlackBerry. Para contar com um disco virtual do Dropbox, basta criar uma conta no site do serviço.


A Amazon também oferece um serviço para o armazenamento de arquivos na nuvem (Foto: Reprodução)
A Amazon também oferece um serviço de armazenamento na nuvem

Amazon Cloud Drive
A Amazon oferece um serviço de armazenamento na nuvem com capacidade de até 5 GB gratuitamente. Nesse serviço, além de armazenar os arquivos pessoais, os usuários podem guardar e organizar todas as músicas adquiridas na loja da Amazon.

A interface de acesso aos arquivos fica no próprio navegador de internet. Os usuários de iOS e Android contam com um aplicativo chamado Amazon Cloud Player, que permite acessar o conteúdo musical e criar listas de músicas. Caso o usuário precise de mais espaço, basta optar por uma assinatura anual de até 1TB de capacidade de armazenamento. Para acessar o serviço é preciso criar um conta no site da Amazon.

O iCloud é o serviço de armazenamento e compartilhamento de arquivos e aplicativos da Apple (Foto: Reprodução)
iCloud é o serviço de compartilhamento de arquivos e aplicativos da Apple

iCloud
O iCloud é o serviço de armazenamento na nuvem disponível para usuários de produtos da Apple. Nele, são armazenadas fotos, aplicativos da App Store, livros e outros.

Ele possui total integração com iPhone, iPad, iPod touch, Mac e PC. São 5 GB disponíveis gratuitamente para o armazenamento de conteúdo. No serviço também ficam guardados os e-mails, contatos e compromissos do calendário.

Desde que habilitado, o usuário não precisa se preocupar com a sincronização dos dados, pois todo o processo é executado automaticamente nos dispositivos que tiverem acesso ao serviço. Se faltar espaço, também é possível assinar um plano de ampliação da capacidade de armazenamento.

O serviço oferece integração com programas de edição de arquivos, como Pages, KeyNote e Numbers. Outro recurso muito útil é o de streaming de imagens. Por meio desse recurso, todas as imagens capturadas são disponibilizadas automaticamente nos equipamentos que estiverem conectados ao iCloud.

O Ubuntu One é o serviço de armazenamento de arquivos disponibilizado pela empresa desenvolvedora do Ubuntu Linux (Foto: Reprodução)
Ubuntu One é o serviço de armazenamento de arquivos da empresa do Ubuntu Linux

Ubuntu One

O Ubuntu One é um serviço de armazenamento de arquivos na nuvem oferecido pela empresa criadora da distribuição Linux Ubuntu. Nesse serviço, os usuários contam gratuitamente com um disco virtual de 5 GB para armazenarem os arquivos.

A sincronização dos arquivos pode ser feita pelo recurso nativo do Ubuntu, mas usuários do sistema operacional Windows também podem sincronizar os seus arquivos por meio do aplicativo do Ubuntu One criado para a plataforma.

Os usuários do sistema Android também contam com um aplicativo para smartphones e tablets. Para os donos de iPhone e iPad foi desenvolvido um aplicativo destinado apenas para o serviço Ubuntu One Music, que é um serviço adicional. Além dos aplicativos mencionados acima, também é possível acessar os arquivos no próprio site do Ubuntu One.
O SkyDrive é o serviço de armazenamento de arquivo integrado com o Microsoft Windows Live (Foto: Reprodução)
SkyDrive é o serviço de armazenamento de arquivo integrado ao Microsoft Windows Live

Windows Live SkyDrive

A Microsoft também oferece um serviço de armazenamento na nuvem, o SkyDrive. Para ter acesso ao serviço é preciso ter uma conta ativa no Windows Live Messenger. Automaticamente, o usuário terá disponível 25 GB para armazenar arquivos. A interface do serviço fica no próprio site do SkyDrive. Também é possível editar arquivos do Office na ferramenta.

Além disso, os usuários podem instalar o Windows Live Mesh no Windows e o Windows Live Sync para Mac OS X para sincronizar e acessar os arquivos no SkyDrive. Para dispositivos móveis Android, existe um aplicativo gratuito chamado sorami-skydrive, mas vale salientar que o aplicativo ainda se encontra na fase de testes.

Existem outros serviços na internet que também oferecem funcionalidades semelhantes aos apresentados acima. Nesta coluna, foram mostradas as ferramentas mais conhecidas e que oferecem opções gratuitas.

Fonte: Ronaldo Prass para o G1

4 de novembro de 2011

Corrente no Facebook “engana” amigos com viagem para o exterior

Uma nova corrente no Facebook, feita apenas para despertar curiosidade, tem invadido as timelines de usuários da rede social. Tudo começa com uma postagem de alguém dizendo que vai ficar certo tempo fora do país. Geralmente, ela tem essa estrutura: “Vou morar em XX lugar por YY meses”.


Após a postagem, o natural é que os amigos da pessoa comecem a fazer comentários do tipo “Ah, parabéns!”, “Nossa, nem me avisou, hein?” ou “Você já lavou uma louça hoje?” [essa ninguém postou, mas confesso que gostaria de deixar este comentário :) ].

Enquanto você, amigo (a), deixa seus votos de boa sorte ou curte o comentário, a pessoa que postou ri muito de você (ou entra na conversa com comentários do tipo “Vou trazer tal muamba para você de lá”), pois isso não passa de uma corrente troll estranha que alguém inventou – aliás, não existe uma origem certa, mas na internet, há quem diga que tem relação com uma campanha relacionada ao câncer de mama (?).

A corrente funciona da seguinte maneira:

– A pessoa deve pegar o dia do nascimento (por exemplo, dia 30), que será o número de meses que ela ficará fora do país.

– Depois, deve considerar o mês que nasceu (por exemplo, junho) e consultar uma tabela. Cada mês corresponde a um lugar. (Por favor, não perguntem por que México é Janeiro ou setembro corresponde a Holanda)

Janeiro: México.

Fevereiro: Londres.

Março: Miami.

Abril: República Dominicana.

Maio: França.

Junho: São Petersburgo.

Julho: Áustria.

Agosto: Alemanha.

Setembro: Holanda.

Outubro: Amsterdã.

Novembro: Las Vegas.

Dezembro: Colômbia.

– Para completar a trollada, é só postar no Facebook “Vou morar em São Petersburgo por 30 meses” e rir dos comentários e curtidas.

Observação: Apesar de não ter uma origem certa, há ainda quem acredite que a corrente foi criada por hackers para saber o aniversário das pessoas. Com essa informação, eles poderiam descobrir a senha dos usuários, uma vez que boa parte dos internautas utiliza a data de nascimento como senha. De qualquer jeito, fica a dica.


Fonte: Gigablog