30 de março de 2012
O Google sabe o que você fez na noite passada
19 de março de 2012
14 de março de 2012
A identidade Canopus
Cliente Canopus é parte desse coletivo. Aqui, quem tem que brilhar é sua empresa.
Nos tempos modernos, foi achado outro uso de navegação para ela. Devido a seu brilho e posição fora do plano orbital de nosso sistema solar (o último ser em contraste a posição de Sírio), Canopus é frequentemente utilizada pelas sondas espaciais americanas para fins de navegação, usando uma câmera especial conhecida como uma "Canopus Star Tracker" em conjunto com uma "Sun Tracker".
O nome "Canopus" tem duas derivações comuns, ambas listadas na mitologia: uma das versões vem da lenda da Guerra de Tróia. Como a constelação Carina fazia parte da gigantesca constelação de Argo Navis, que representava o navio utilizado por Jasão e os Argonautas, à estrela mais brilhante da constelação foi dado o nome do piloto do navio da lenda grega — Canopus foi o piloto do navio de Menelau em sua expedição para reaver Helena de Tróia depois dela ter sido levada por Páris.
A outra etimologia do nome é que ele teria vindo do copta egípcio Kahi Nub ("Terra dourada"), referindo-se a cor avermelhada como ela aparecia no horizonte do Egito. Há também um antigo porto egípcio em ruínas, Canopus, que aparentemente deve ter recebido o nome da estrela, localizado na foz do Nilo; onde ocorreu a Batalha do Nilo.
Ou poderia ser que o piloto, do lendário rei espartano Menelau, recebeu este nome devido ao porto, e o porto tenha se chamado "Chão dourado" devido às valiosas cargas que passaram por ele e seu cais e os lucros conseguidos lá por seus comerciantes.
1 de março de 2012
Big Brother Google
Sob protestos, Google introduz nova "política de privacidade" e cria identificação única de usuários
Destaque dado pelo Google na véspera da mudança se limitou a link minúsculo em área obscura
Sob protestos, o Google faz valer a partir de hoje sua nova "política de privacidade". O assunto é candente, já que o Google é possivelmente a empresa que mais coleta, armazena e processa informações no mundo, além de estar em primeiro lugar de audiência na internet nos EUA e em muitos outros países, com seu amplo conjunto de serviços.
Leia também: Google explica sua política
A empresa decidiu reunir sob uma mesma política cerca de 60 produtos diferentes. Na prática, vai fazer o que nem o governo federal norte-americano conseguiu: criar um identificador único para cada usuário, com o máximo de informações pessoais que puder coletar.
Larry Page, o co-fundador e principal executivo do Google, recebeu semana passada uma carta assinada por 39 procuradores federais. A carta afirma que a nova política "invade a privacidade do consumidor ao compartilhar informações pessoais automaticamente em outros serviços, quando o usuário insere a informação em um serviço específico".
Questionado pelo UOL se haveria alguma mudança na política prevista para começar neste 1o. de março, um porta-voz do Google respondeu que não. Disse também que essa nova política vem sendo ”amplamente” divulgada desde 24 de janeiro. (Leia aqui a íntegra da entrevista com um porta-voz do Google).
Privacidade em xeque
Os Estados Unidos vivem um período de grande preocupação com a privacidade online, dadas as recentes e surpreendentes descobertas de quantos dados pessoais certas empresas coletam, sem o cliente saber. O Google não é o único alvo das críticas. A Apple, entre outras, também está sob pressão pelas muitas falhas descobertas no seu processo de aprovação de aplicativos para iPhone e iPad.
As críticas vêm de todos os lados: do presidente dos EUA, Barack Obama, da Federal Trade Commission, do Departamento do Comércio, de várias instâncias do Poder Judiciário, de entidades de defesa do consumidor e de grupos de advogados. Vêm ainda de fora do país, em particular da Europa, tradicionalmente mais ciosa nessa questão.
Esta semana, a Comissão Nacional para Computação e Liberdades Civis da França se manifestou, dizendo que a nova política do Google não se enquadra nos padrões de proteção de dados da Europa e pediu o adiamento da implantação. A resposta do Google foi não.
Os sete direitos digitais
Num discurso, na semana passada, o presidente Barack Obama havia dito que "os consumidores americanos não podem esperar mais para ter regras claras que assegurem que suas informações pessoais estejam seguras online".
O governo Obama acaba de concluir um estudo de dois anos sobre como regular a coleta online de dados dos consumidores. O governo estabeleceu uma lista de sete direitos básicos que gostaria de ver assegurados aos cidadãos americanos. O governo também pressiona o Congresso a aprovar rapidamente uma lei de direito à privacidade.
Enquanto isto as grandes empresas de internet engordam suas equipes de advogados e lobistas, se unem para desenvolver sua própria autorregulamentação e tentam convencer o público que qualquer lei é nociva à liberdade geral. Na realidade, elas estão preocupadas em preservar sua própria liberdade de continuar criando e faturando, sem a transparência devida.
Essa não é uma opinião pessoal. É apenas uma constatação que parece consensual nos Estados Unidos hoje, exceto dentro da indústria da internet.
Minoria lê termos de uso
Uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia em Berkeley em 2006 constatou que apenas 1,4% das pessoas tem o hábito de ler regular e inteiramente as regras de uso de serviços online, textos geralmente longos e em letras miúdas, às vezes incompreensíveis para um leigo.
Isto significa que os 98,6% realmente não sabem quanta informação pessoal estão fornecendo para terceiros ao usar os seus serviços, muito menos como essas informações poderão ser usadas.
Uma pesquisa na Grã-Bretanha divulgada no último dia 28 pelo Big Brother Watch (www.bigbrotherwatch.org.uk) revelou que 9 entre cada 10 usuários do Google não leram a nova política. Revelou ainda que 47% das pessoas que usam regularmente serviços do Google não fazem ideia da mudança na política de privacidade.
O destaque dado pelo Google na véspera da mudança se limitou a um minúsculo link em vermelho, no pé da página inicial da busca, uma área que praticamente ninguém costuma olhar.
Muitas pessoas também não sabem que informações podem ser coletadas de seus computadores e telefones sem que elas tenham autorizado nada. Não quero fazer terrorismo, mas isto é um fato. Nos últimos meses, várias empresas tiveram de se desculpar ou mudaram de procedimento por conta desse tipo de prática, depois de vir a público que estavam copiando as agendas do celular dos clientes ou suas fotos, para citar os casos mais recentes.
O raio-x da questão
Afinal, o que o Google coleta e por que devemos nos preocupar com isso? E o que muda com a nova política?
O Google coleta muita, muita coisa. Mesmo que você jamais tenha dado seu nome ou e-mail para o Google, seu computador certamente está identificado e, no mínimo, suas atividades de busca no Google e sua navegação em sites do Google ou em sites que são parceiros de publicidade do Google estão sendo monitoradas. Exceto se você tiver se preocupado em reprogramar seu software de navegação para não aceitar "cookies".
Os velhos "cookies", que são pequenos códigos de programação inseridos no seu navegador (browser) enquanto você visita páginas na internet, são uma forma de monitorar as atividades de uma pessoa sem que ela perceba. Podem ser usados para o bem, como por exemplo para evitar que a pessoa tenha de fazer repetidos logins para usar um serviço, por exemplo.
Um grande número de empresas de internet usa "cookies" para obter estatísticas que vão afinar os seus serviços.
Mas "cookies" podem e são usados para outras coisas não previamente informadas aos navegantes, como para publicar propaganda "personalizada", por exemplo daquele produto que você andou pesquisando online. Você pode achar isso legal ou não.
Na semana passada, o Digital Advertising Alliance, que representa 400 empresas, enfim apoiou a proposta política e tecnológica chamada "Do Not Track" (http://donottrack.us), literalmente "Não Rastreie", e disse que "desejam alcançar entendimento com fabricantes de browsers para ter a solução de um só clique", defendida pelo governo Obama, "em cerca de nove meses". A prática da indústria sempre foi o chamado opt-out, isto é, permitir ao consumidor deixar de ser rastreado apenas depois que ele descobrisse que estava sendo e descobrisse também como deixar de ser.
Um login para todos acionar
Mas o Google vai muito além dos "cookies". Agora eles pretendem usar o nome que você colocou na sua conta Google em todos os serviços que requerem uma conta no Google. Ou seja, vão substituir antigos nomes ou apelidos que você usou pelo seu nome principal. E sua foto provavelmente estará lá, se você foi um dos que entraram no Google+ de junho para cá.
Notei que o Google+, feito para concorrer com o Facebook, facilita muito a publicação de fotos, por exemplo, mas não oferece recurso para se apagar algo ali. É apagar tudo ou nada.
Aqui vão mais exemplos do que o Google pode coletar:
1) Detalhes de como cada um usa seus serviços, a começar pelas buscas feitas no Google
2) Informações do seu celular, como seu número telefônico, o número das pessoas com quem você andou falando, dia, hora e duração de chamadas
3) Endereço IP (Internet Protocol Address), aquele número que se ganha quando se conecta à internet
4) Tipo de computador e navegador usados, idioma, atividades e erros ocorridos no seu computador e a que URLs (endereços de internet) eles se referem
5) Sua localização atual via sinais de GPS ou via sensores do seu equipamento que se conecta a redes Wi-Fi e/ou torres de celular.
Para os poucos que têm paciência e tempo de ler esse tipo de documento, como a nova política de privacidade do Google, está lá isso tudo.
Mas nas palavras do presidente do conselho de administração do empresa, Eric Schmidt, "quem tentar restringir a internet vai falhar". Num discurso em Barcelona no congresso Mobile World, esta semana, ele fez a defesa da "liberdade" na internet não apenas contra legislações nacionais, mas também contra a ONU. O Velho Oeste parece ter voltado a ser… o Velho Oeste!
"A internet é como água: vai achar o seu caminho", disse Eric Schmidt. Acho que ele tem toda a razão. Ainda mais nesta época em que "hackear" é sinônimo de ser inteligente e esperto, como de fato é. Mas o mesmo argumento vale para quem defende o direito à privacidade: que a sociedade ache o seu caminho como a água, sem que a internet trate o público como gado, massa de manobra ou como ignorante.
15 de fevereiro de 2012
Empresas usam redes sociais para criar novos produtos
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
24 de janeiro de 2012
Após fim do MegaUpload, FileSonic desabilita compartilhamento de arquivos

Outra semelhança do Filesonic com o Megaupload era o programa de afiliados. A partir dele, um usuário que envia um arquivo popular é recompensado caso uma pessoa registre uma “conta premium” para fazer downloads no site. As contas premium permitiam um maior número de downloads ao mesmo tempo e davam mais conveniência aos internautas.
No caso do Megaupload, no entendimento do FBI, que fechou o site, essa oferta levou muitos usuários a enviarem conteúdo ilegal, lucrando com a atividade de hospedar arquivos com grande demanda.
A página de afiliados do Filesonic, porém, desapareceu. O espaço no Facebook dedicado ao site também sumiu. Usuários do site Reddit afirmaram que muitos arquivos e contas de usuários foram removidas e que o site teme ser o próximo alvo das autoridades norte-americanas.
De agora em diante, o Filesonic apenas permite que usuários baixem os arquivos que eles mesmos enviaram. Seguir qualquer link que antes levava a um download no Filesonic apenas apresenta uma mensagem, que afirma: “toda a funcionalidade de compartilhamento no Filesonic foi desativada. Nosso serviço só pode ser usado para enviar e receber os seus arquivos pessoais”.
De acordo com o site do Filesonic, a empresa tem endereços no Reino Unido e em Hong Kong. O site é o 172° maior do mundo em tráfego, de acordo com a Alexa.
FONTE: G1
16 de janeiro de 2012
Youtube agora com Storyboard
De acordo com Amit Agarwal, editor do conhecido Digital Inspirations, o YouTube está trabalhando em um novo recurso para seu player de vídeo que permitirá aos usuários a possibilidade de visualizar uma miniatura da imagem em qualquer ponto do vídeo.
O YouTube irá gerar um grande Storyboard de 100 miniaturas por vídeo e as imagens são dispostas em uma grade de 10×10. À medida que você move o mouse para diferentes pontos no player de vídeo, rapidamente agarra a miniatura correspondente a posição do storyboard.
Fonte: Google Discovery
27 de dezembro de 2011
Estudo aponta as marcas mais valiosas do Brasil em 2011
20 de dezembro de 2011
"Ordem de Jedi" é escolhida como religião por mais de 15 mil tchecos
15 de dezembro de 2011
Facebook libera novos perfis para usuários brasileiros
Fonte: Vinicius Aguiari, de INFO Online
29 de novembro de 2011
Conheça serviços para armazenar arquivos na "nuvem"
Existem dezenas de serviços on-line que oferecem armazenamento de arquivos na chamada “nuvem” da internet.
Além de confiáveis, as ferramentas acabam se tornando alternativas mais eficientes de armazenamento do que discos externos e pen drives. Dependendo do serviço assinado, é possível contar com o streaming de arquivos multimídias, aplicativos para acessar os arquivos em dispositivos móveis, limite de tamanho individual de arquivos e taxa de velocidade de upload.
Para demonstrar as principais diferenças entre os serviços de armazenamento em nuvem, a coluna Tira-dúvidas preparou um guia com os serviços mais populares, para que o leitor possa escolher qual serviço atende melhor sua necessidade.
SugarSync
O serviço oferece aplicativos para o gerenciamento dos arquivos nos sistemas operacionais Windows XP/Vista/7, Mac OS X, e para os dispositivos móveis iPhone, iPad, BlackBerry, Android, Windows Mobile e Symbian.
Além da interface web compatível com os principais navegadores de internet, também é possível contratar planos com maior capacidade de armazenamento. O SugarSync oferece recursos que permitem ao usuário fazer streaming dos arquivos de músicas, além de sincronizar e-mails do Outlook. Para usar o serviço basta criar uma conta no site do SugarSync.
Dropbox
Para cada convite aceito, são liberados 250 MB de bônus, com um limite de até 8 GB. E se mesmo assim o espaço não for suficiente, é possível contratar mais memória pagando uma anuidade. Se comparado ao SugarSync, o Dropbox fica devendo em recursos como o de streaming de multimídia, automação de backups e edição de arquivos no próprio navegador. Porém, possui aplicativo para Linux. Já o SugarSync oferece apenas a opção para os sistemas operacionais Windows e Mac OS X.
Nos dispositivos móveis, estão disponíveis aplicativos para iPhone, iPad, Android e BlackBerry. Para contar com um disco virtual do Dropbox, basta criar uma conta no site do serviço.
Amazon Cloud Drive
A Amazon oferece um serviço de armazenamento na nuvem com capacidade de até 5 GB gratuitamente. Nesse serviço, além de armazenar os arquivos pessoais, os usuários podem guardar e organizar todas as músicas adquiridas na loja da Amazon.
A interface de acesso aos arquivos fica no próprio navegador de internet. Os usuários de iOS e Android contam com um aplicativo chamado Amazon Cloud Player, que permite acessar o conteúdo musical e criar listas de músicas. Caso o usuário precise de mais espaço, basta optar por uma assinatura anual de até 1TB de capacidade de armazenamento. Para acessar o serviço é preciso criar um conta no site da Amazon.
iCloud
O iCloud é o serviço de armazenamento na nuvem disponível para usuários de produtos da Apple. Nele, são armazenadas fotos, aplicativos da App Store, livros e outros.
Ele possui total integração com iPhone, iPad, iPod touch, Mac e PC. São 5 GB disponíveis gratuitamente para o armazenamento de conteúdo. No serviço também ficam guardados os e-mails, contatos e compromissos do calendário.
Desde que habilitado, o usuário não precisa se preocupar com a sincronização dos dados, pois todo o processo é executado automaticamente nos dispositivos que tiverem acesso ao serviço. Se faltar espaço, também é possível assinar um plano de ampliação da capacidade de armazenamento.
O serviço oferece integração com programas de edição de arquivos, como Pages, KeyNote e Numbers. Outro recurso muito útil é o de streaming de imagens. Por meio desse recurso, todas as imagens capturadas são disponibilizadas automaticamente nos equipamentos que estiverem conectados ao iCloud.
Ubuntu One
A sincronização dos arquivos pode ser feita pelo recurso nativo do Ubuntu, mas usuários do sistema operacional Windows também podem sincronizar os seus arquivos por meio do aplicativo do Ubuntu One criado para a plataforma.
Os usuários do sistema Android também contam com um aplicativo para smartphones e tablets. Para os donos de iPhone e iPad foi desenvolvido um aplicativo destinado apenas para o serviço Ubuntu One Music, que é um serviço adicional. Além dos aplicativos mencionados acima, também é possível acessar os arquivos no próprio site do Ubuntu One.
Windows Live SkyDrive
Além disso, os usuários podem instalar o Windows Live Mesh no Windows e o Windows Live Sync para Mac OS X para sincronizar e acessar os arquivos no SkyDrive. Para dispositivos móveis Android, existe um aplicativo gratuito chamado sorami-skydrive, mas vale salientar que o aplicativo ainda se encontra na fase de testes.
Existem outros serviços na internet que também oferecem funcionalidades semelhantes aos apresentados acima. Nesta coluna, foram mostradas as ferramentas mais conhecidas e que oferecem opções gratuitas.
4 de novembro de 2011
Corrente no Facebook “engana” amigos com viagem para o exterior
Uma nova corrente no Facebook, feita apenas para despertar curiosidade, tem invadido as timelines de usuários da rede social. Tudo começa com uma postagem de alguém dizendo que vai ficar certo tempo fora do país. Geralmente, ela tem essa estrutura: “Vou morar em XX lugar por YY meses”. Após a postagem, o natural é que os amigos da pessoa comecem a fazer comentários do tipo “Ah, parabéns!”, “Nossa, nem me avisou, hein?” ou “Você já lavou uma louça hoje?” [essa ninguém postou, mas confesso que gostaria de deixar este comentário ].
Enquanto você, amigo (a), deixa seus votos de boa sorte ou curte o comentário, a pessoa que postou ri muito de você (ou entra na conversa com comentários do tipo “Vou trazer tal muamba para você de lá”), pois isso não passa de uma corrente troll estranha que alguém inventou – aliás, não existe uma origem certa, mas na internet, há quem diga que tem relação com uma campanha relacionada ao câncer de mama (?).
A corrente funciona da seguinte maneira:
– A pessoa deve pegar o dia do nascimento (por exemplo, dia 30), que será o número de meses que ela ficará fora do país.
– Depois, deve considerar o mês que nasceu (por exemplo, junho) e consultar uma tabela. Cada mês corresponde a um lugar. (Por favor, não perguntem por que México é Janeiro ou setembro corresponde a Holanda)
Janeiro: México.
Fevereiro: Londres.
Março: Miami.
Abril: República Dominicana.
Maio: França.
Junho: São Petersburgo.
Julho: Áustria.
Agosto: Alemanha.
Setembro: Holanda.
Outubro: Amsterdã.
Novembro: Las Vegas.
Dezembro: Colômbia.
– Para completar a trollada, é só postar no Facebook “Vou morar em São Petersburgo por 30 meses” e rir dos comentários e curtidas.
Observação: Apesar de não ter uma origem certa, há ainda quem acredite que a corrente foi criada por hackers para saber o aniversário das pessoas. Com essa informação, eles poderiam descobrir a senha dos usuários, uma vez que boa parte dos internautas utiliza a data de nascimento como senha. De qualquer jeito, fica a dica.
Fonte: Gigablog
14 de outubro de 2011
Anistia Internacional pede que o Canadá prenda e processe Bush
Ex-presidente dos EUA vai visitar o país em 20 de outubro.
Acusações se referem ao programa secreto da CIA executado de 2002 a 2009.
Da AFP
A Anistia Internacional (AI) pediu nesta quarta-feira (12) que as autoridades do Canadá prendam e processem o ex-presidente americano George W. Bush durante sua visita ao país, prevista para 20 de outubro, acusando-o de vários crimes, entre eles, a tortura.
O pedido consta em um memorando enviado pela organização humanitária internacional às autoridades canadenses em 21 de setembro, informou a AI em comunicado.
"O Canadá é obrigado, por suas obrigações internacionais, a prender e processar o ex-presidente Bush por sua responsabilidade nos crimes contra o direito internacional, entre eles a tortura", declarou Susan Lee, diretora da organização para a América.
"Como as autoridades dos Estados Unidos não citaram, até agora, Bush diante da justiça, a comunidade internacional deve intervir. Se o Canadá se abstiver de atuar durante sua visita, isso continuará sendo uma violação da Convenção das Nações Unidas contra a tortura e será uma manifestação de desrespeito aos direitos humanos", completou.
As acusações da AI se referem principalmente ao programa secreto da CIA executado entre 2002 e 2009, que realizava contra os detidos, segundo a organização, "tortura e outros tratos cruéis, desumanos e degradantes, assim como desaparecimentos forçados".
Durante seu mandato, afirma a AI, Bush autorizou "técnicas reforçadas de interrogatório", entre elas a simulação de afogamento.
Fonte: Globo.com





